domingo, 7 de novembro de 2010

E a esperança ...



E a ESPERANÇA... morreu
Há sete dias, vários fatores colaboraram, decisivamente, para o infeliz passamento da ESPERANÇA.
Entre tantos, a valiosa e suicida colaboração do candidato Serra, por leniência, subserviência, falta de gana e frouxo ímpeto, sem oferecer nada que o diferenciasse da sua beócia oponente, nem rebater com veemência os ataques e as difamações.
Serra, indubitavelmente, bebeu da fonte que acovarda os indivíduos, e foi incapaz de, pelo menos, balbuciar "O REI ESTÁ NU".
O lastimável Serra tinha um elenco formidável de alegações que poderiam ser usadas à larga, pelo menos, indiretamente, contra a excrescência - mor.
Certamente, acusá - lo frontalmente seria a sua morte anunciada, mas, pelas beiradas, levantando o pano da bandalha, sorrateiramente, surgiriam os principais implicados e às suas sombras, por detrás dos bastidores, mesmo alegando não saber de nada e, talvez por isso, poderiam ser delineadas e expostas as descaradas cumplicidades e falsidades do impune falastrão.
Talvez, usando subterfúgios, mas veemente e taxativo, destacando as patifarias e demonstrando a impossibilidade de seus oponentes não saberem de nada, como foi o caso da ex - ministra Erenice, lograsse o nosso titubeante representante (?) enfraquecer os adversários onde eles são mais fortes, no enunciar os maiores despropósitos, no alegar desconhecimento, e as revelações seriam de tal monta que talvez a plebe ignara caísse na real.
Mas, o Serra, nada. Sua educada defensiva foi a bandeira branca da rendição.  
"Ah, preclaro Serra, por que não fostes capaz de rebater com provas, falsos números e rasas afirmações? Onde estavam os teus assessores, os teus marqueteiros? Alhures? Torciam pela Dilma?"
Se o incolor Serra tem parte no falecimento da ESPERANÇA, o que dirá a gigantesca massa de analfabetos funcionais e de jeitosos miseráveis que aplaudiram e perseveraram no continuísmo suicida?
Outro fator, não menos pernicioso, é a constatação de que o crime compensa. Nenhuma novidade, pois já conhecemos o filme, contudo, nunca tão às escancaras, desavergonhadamente. 
Felizmente, a cada novo dia, uma nova ESPERANÇA renasce, neste caso, pelas circunstâncias, mais débil do que as anteriores, é verdade, mas, ainda assim, ESPERANÇA.
ESPERANÇA seja bem-vinda, nós precisamos de você.
A débâcle moral corroeu a sociedade em geral, mas quem se importa? E a bulha econômica se aproxima a passos céleres de seu desenlace, e esperamos que a canalha fique com as vísceras expostas, e que na busca dos culpados, a verdade surja, cristalina, sem máscaras e embromações, e a ignara turba caia na real, e sinta na pele o fruto de sua insensatez.
E que ocorra logo, para não dar chance ao cretino impune de retornar, em quatro anos, como o salvador da pátria, pois ao que tudo indica, se aproximam uma indigesta marolinha econômica e uma tremenda onda de lulo – socialismo, que farão estremecer esta terrinha.
Mas, não se preocupe sua etapa de M... já está reservada.
Brasília, DF, 07 de novembro de 2010
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira


Bolsa Família não é inclusão social e distribuição de terras não é Reforma Agrária.

ISTO É OUTRA COISA!


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