sábado, 23 de outubro de 2010

MANDATO DE INJUNÇÃO CONTRA DILMA NO STF

Jornalista Políbio Braga protocola Mandado de Injunção no plantão do STF, para exigir que em 24h sejam abertos arquivos de processos militares contra Dilma Roussef no STM
As mensagens abaixo foram disponibilizadas no Twitter pessoal do editor(http://twitter.com/polibiobraga) e revelam que foi protocolado nesta sexta-feira a noite,  um Mandado de Injunção junto ao Supremo Tribunal Federal, com pedido de liminar, para que o STM entregue em 24 horas os autos dos processos que resultaram em condenações de Dilma Roussef por crimes de natureza militar. Os autos dos demais processos estão na Unicamp, mas não são estes que quer o editor, porque o teor deles já é conhecido. O Mandado de Injunção foi o remédio legal escolhido pelo advogado gaúcho Leudo Costa para o caso, já que o STM negou acesso aos seus arquivos, trancafiando tudo numa prateleira. O presidente do STM chegou ao ponto de guardar a chave consigo e avisou: "Não libero porque isto pode ser usado politicamente". É justamente o que deve acontecer, porque aos eleitores brasileiros está sendo sonegado ilegalmente o direito de conhecer 12 anos da vida da principal candidata governista, a sra. Dilma Roussef. O que escondem esses processos que o STM esconde tão decididamente ? A Folha de S. Paulo, que primeiro pediu o acesso, teve negado o pedido, ajuizou Mandado de Segurança e a Corte impede a revelação. Aliás, também nesta sexta a noite, a Folha protocolou Ação Cautelar com o mesmo objeto da Medida de Injunção ajuizada pelo editor. O caso foi distribuído na manhã deste sábado para um dos relatores de plantão, que poderá decidir sobre a liminar a qualquer momento. Caso ela seja deferida, o editor viajará imediatamente a Brasília para exigir os documentos no STM.


Leia o que o editor postou no seu Twitter, ontem a noite, sexta-feira:

- Acabo de protocolar Mandado de Injunção no STF,com liminar determinaqndo que o STM  entregue em 24h autos da Dilma Roussef. MI 3439, site do STF.

- STM admite manobras jurídicas para postergar entrega dos autos dos processos protegidos de Dilma Roussef.Povo é privado de conhecer um dos candidatos.

- Autos dos processos por crimes contra segurança nacional (políticos) que estão na Unicamp, eu
tenho.Quero os autos dos casos militares no STM.

- Meu advogado nesse Mandado de Injunção que ajuizei por meio eletrônico, ontem a noite, no STF, é o dr. Leudo Costa.

- O STF tem 24 h para se manifestar sobre meu pedido de acesso aos autos dos processos por crimes militares praticados por Dilma na ditadura.

- Os autos sobre processos de Dilma que estão na Unicamp não são os mesmos que estão no STM. Estes são de crimes militares. O que Dilma esconde ?

- Caso o STF não me atenda e o STM continue sem julgar o MS da Folha, eleitores não poderão saber o que a Justiça Militar tem sobre Dilma.
CLIQUE AQUI para examinar tudo no site do STF.

DESVIO E DEVER - Miriam Leitão

Coluna no GLOBO
Miriam Leitão
Desvio e dever
A grande questão não é o que acertou a cabeça de José Serra em Campo Grande, mas o que há na cabeça do presidente Lula. É assustador que ele não perceba o perigo de usar toda a sua vasta popularidade para subestimar um episódio de conflito físico entre grupos que disputam o poder. Se ele brinca com fato grave, o que está avisando é que esse tipo de atitude é aceitável.
Não é. Cada lado tem que ter segurança e garantia de fazer a sua festa, a sua passeata, o seu comício em paz. Quem organiza um grupo para interceptar a caminhada do grupo concorrente na disputa política sabe que há risco de que tudo fuja ao controle. O que houve já foi sério o suficiente, mas poderia ter sido ainda pior. Felizmente, há tempo de aprender com esse episódio.
A paixão eleitoral é natural, o maniqueísmo do segundo turno é emburrecedor, o confronto entre as partes só é aceitável se ficar no campo das ideias e propostas. Quem vai com um grupo organizado para hostilizar o adversário no meio da sua caminhada sabe que os ânimos podem ficar exaltados. Desta vez, foi uma pedra na cabeça de uma jornalista, e o rolo de fita na cabeça do candidato José Serra. Esse episódio deve ser visto pelo risco potencial de conflito generalizado. As imagens falam por si. O que mais poderia acontecer numa refrega de rua? No Paraná, a candidata Dilma Rousseff, no dia seguinte, foi alvo — felizmente quem lançou errou a pontaria — de balões de água. Esse é exatamente o ponto em que o chefe da Nação precisa pedir calma aos dois lados, lembrar os valores democráticos, e a melhor atitude na disputa política. Mas é exatamente neste momento que o presidente ofende quem foi atingido e convalida o comportamento desviante de quem agrediu. Ao tratar com leviandade um assunto sério, incentivou a militância a repetir o comportamento, escalou o conflito e deseducou o cidadão.
Essa campanha eleitoral está deixando cicatrizes nas instituições. Um presidente da República não deve fazer o que o presidente Lula tem feito. Não deve usar a máquina, a Presidência, o poder em favor de um dos candidatos dessa forma e com essa força. Claro que Lula tem um lado, um partido e uma candidata. Pode e deve explicitar isso. Seria estranho se não o fizesse. Mas a Presidência da República não pode ser usada como braço do comitê de campanha. Existe uma linha divisória que Lula nunca quis ver. E esse comportamento errado do ponto de vista institucional se repetiu durante toda a campanha. Em alguns momentos, os atos inadequados do presidente ficaram evidentes. Esse episódio deixou claríssimo o que não se deve fazer. Que as pessoas que vierem a ocupar este cargo no futuro vejam nas atitudes do presidente Lula de 2010 exemplos do que não fazer, não repetir.
O risco é que seja visto como natural daqui para frente o governo usar órgãos públicos para espionar adversários políticos; órgãos públicos, estatais e agências serem partidarizadas de maneira abusiva; o presidente não ter freio institucional. Não se acostumar com o erro repetido é a única garantia que se tem em momentos assim.
Quem já viveu sem democracia sabe o valor de cada ritual, limite, processo. Quem nunca viveu não tem como ver os riscos quando eles surgem com seus sinais antecedentes. Por isso é natural que os mais jovens pensem ser um exagero da oposição ou concluam que o episódio de Campo Grande não foi nada. Afinal, como ninguém se feriu seriamente, que problema tem? Podem pensar que se o presidente acha que o candidato da oposição é um farsante como aquele jogador de futebol isso é só mais um jogo, mais uma pelada no campo político. Se os mais jovens forem displicentes, é até compreensível. Um homem nos seus 65 anos, que viu o que o presidente Lula já viu no país, só brinca se não estiver levando a sério o cargo que ocupa, a faixa que recebeu, o poder que tem.
Hoje, os riscos institucionais não vêm mais dos quartéis, como se sabe. As Forças Armadas não conspiram contra a ordem democrática e isso é um salto extraordinário que o país deu com a contribuição de inúmeras pessoas e com o sacrifício de muita gente. Hoje, os riscos são outros, tem novas origens, e métodos diferentes.
Está em moda na América Latina demolir as instituições por dentro, minar a democracia, enfraquecendo o sistema de pesos e contrapesos, descaracterizar os poderes até eles ficarem irreconhecíveis, controlar a imprensa para não ouvir o contraditório. Felizmente, isso não acontece em todos os países, mas os casos em que esse processo está em curso são tão notórios e assustadores que qualquer pessoa que tenha passado pela experiência da ausência de democracia é capaz de ver. Certos governantes começam fazendo chacota de coisas graves, como Hugo Chávez. Ele xingou adversários políticos ou contou piadas e pôs apelidos supostamente engraçados para desacreditá-los. Isso, no princípio. Depois, ficou muito pior. Cristina Kirchner começou falando mal dos jornais e agora fala em estatizar a imprensa. Todos os que escolhem esse desvio político tentam intimidar a oposição para depois tentar exterminá-la.
Nenhum desses governantes do barulho da América Latina sabe o limite no uso dos órgãos e empresas públicas para objetivos políticos porque essa é uma poderosa ferramenta para minar o que mais os ameaça: o princípio da alternância no poder.
Como já escrevi nesse espaço, numa democracia não importa quem ganha a eleição, mas como se ganha a eleição. Se o presidente Lula conseguir seu objetivo tão almejado de fazer Dilma Rousseff sua sucessora, que seja pelos méritos de ambos, e não pelos erros e desvios dessa triste campanha.

Periscopio - Em 23/10/2010





Periscópio - Notas diárias de política e comportamento
Porto Alegre, 23 de outubro de 2010          
Ano IV - Nº 831          
www.EricoValduga.com.br
 
  DESTAQUE
23.10.2010
Política

PT e Gilberto Carvalho viram réus em ação sobre propina em Santo André

O partido e o chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva são acusados de participação numa quadrilha que cobrava de empresas de transporte e desviou R$ 5,3 milhões dos cofres públicos
Uma decisão da Justiça traz de volta um fantasma que acompanha o PT e transforma em réu o partido e o chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho. O assessor e o PT viraram réus num processo em que são acusados de participar de uma quadrilha que cobrava propina de empresas de transporte na Prefeitura de Santo André para desviar R$ 5,3 milhões dos cofres públicos. O esquema seria o precursor do mensalão petista no governo federal.

Na segunda-feira, a Justiça tomou uma decisão que abre de vez o processo contra os envolvidos. A juíza Ana Lúcia Xavier Goldman negou recursos protelatórios e confirmou despacho em que aceita denúncia contra Carvalho, o próprio partido, outras cinco pessoas e uma empresa. A juíza e ntendeu, no primeiro despacho, em 23 de julho deste ano, que há elementos suficientes para processá-los por terem, segundo a denúncia, montado um esquema de corrupção para abastecer o PT. "Há indícios bastantes que autorizam a apuração da verdade dos fatos por meio da ação de improbidade administrativa", disse.

O Estado esteve no Fórum de Santo André na quinta-feira para ler o processo e a decisão de segunda-feira. A Justiça local já enviou para a comarca de Brasília a citação do chefe de gabinete de Lula para informá-lo de que virou réu. No documento, a Justiça pede que Carvalho receba o aviso em sua casa ou no "gabinete pessoal da Presidência da República". O Ministério Público quer que o petista e os demais acusados devolvam os recursos desviados e sejam condenados à perda dos direitos políticos por at&# 233; dez anos.

A decisão judicial em acolher a denúncia foi celebrada ontem pelos promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) da região do ABC, responsáveis pela investigação. "Ao receber a denúncia, a Justiça reconhece que há indícios para que a ação corra de verdade. É um caminho importante para resgatarmos o dinheiro desviado", disse ao Estado a promotora Eliana Vendramini. Ela destaca que a Justiça decidiu aceitar a denúncia depois de ouvir a defesa de todos os acusados nos últimos três anos.

Segundo a ação, o assessor de Lula transportava a propina para o comando do PT quando era secretário de governo do então prefeito de Santo André, Celso Daniel, assassinado em janeiro de 2002. "Ele concorreu de qualquer maneira para a prática dos atos de improbidade administrativa na medida em que transportava o dinheiro (propina) arrecadado em Santo André para o Partido dos Trabalhadores", diz a denúncia aceita pela Justiça. De acordo com a investigação, os recursos eram entregues ao então presidente do PT, José Dirceu.

Sombra. Apontado pelo Ministério Público como mandante do assassinato de Daniel, o ex-segurança Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, é companheiro de Carvalho na relação de réus. Somam-se ao grupo o ex-secretário de Transportes Klinger Luiz de Oliveira Souza, o empresário Ronan Maria Pinto, entre outros. "O valor arrecadado era encaminhado por Ronan ao requerido Sérgio e chegava, em parte, nas mãos de Gilberto Carvalho, que se incumbia de transportar os valores para o Partido dos Trabalhadores", afirma a denúncia. "A responsabilidade de Klinger e Gilberto Carvalho decorre da sua participação efetiva na quadri lha e na destinação final dos recursos." O dinheiro, aponta a investigação, serviu para financiar campanhas municipais, regionais e nacionais do PT. Por isso, o partido também responderá ao processo como réu. (Por Ana Paula Scinocca e Leandro Colon, em O Estado de S.Paulo)




Notícias

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UMA SENDA DO CRIME CONTINUADO


sábado, 23 de outubro de 2010

Uma senda do crime continuado.

http://denunciandoadoidado.blogspot.com/

Secretário da Justiça do governo Lula denuncia: "Não aguento mais receber pedidos da Dilma e do Gilberto para fazer dossiês (contra Serra)".

- Não aguento mais receber pedidos da Dilma e do Gilberto Carvalho para fazer dossiês (contra Serra). [...] Eu quase fui preso como um dos aloprados.


- Quem está falando é Pedro Abramovay, nada menos do que o atual secretário nacional de Justiça, homem de confiança do governo Lula. A -confissão contamina definitivamente as eleições deste ano e revela o lado pouco obscuro e muito criminoso com que se move o governo Lula e do PT para conseguir votos, replicando de forma mais abrangente o caso do Mensalão. O método é o mesmo. Esta denúnica soma-se à constatação feita pela Polícia Federal de que eram verdadeiras as denúncias de Serra de que o sigilo fiscal de dirigentes tucanos e da sua filha foram quebrados por dirigentes do comitê central da pré-campanha de Dilma, tendo como coordenador o ex-prefeito Fernando Pimentel, nomeado pela própria Dilma.

- Isto tudo está na reportagem de capa da revista Veja que começou a circular neste sábado em São Paulo. Veja não diz quem é a sua fonte, mas fica bem claro que a fonte é Romeu Tuma Júnior, antecessor de Abramovay, que acompanhou o ex-ministro Tarso Genro (Tuma Júnior foi nomeado por Tarso) durante todo o seu período no ministério da Justiça. A reportagem revela que Abramovay fez a revelação para Tuma Júnior.


- Gilberto Carvalho, que acompanha Dilma na acusação de solicitante de dossiês, é o petista que exerce a função de chefe de gabinete de Lula.

Políbio Braga 


Mais sobre o Gilberto Carvalho:


Chefe de gabinete de Lula vira réu em ação sobre propina

Clipping
Estado de S. Paulo - 23 de outubro de 2010

Uma decisão da Justiça traz de volta um fantasma que acompanha o PT e transforma em réu o partido e o chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho. O assessor e o PT viraram réus num processo em que são acusados de participar de uma quadrilha que cobrava propina de empresas de transporte na Prefeitura de Santo André para desviar R$ 5,3 milhões dos cofres públicos. O esquema seria o precursor do mensalão petista no governo federal.


Na segunda-feira, a Justiça tomou uma decisão que abre de vez o processo contra os envolvidos. A juíza Ana Lúcia Xavier Goldman negou recursos protelatórios e confirmou despacho em que aceita denúncia contra Carvalho, o próprio partido, outras cinco pessoas e uma empresa. A juíza entendeu, no primeiro despacho, em 23 de julho deste ano, que há elementos suficientes para processá-los por terem, segundo a denúncia, montado um esquema de corrupção para abastecer o PT. "Há indícios bastantes que autorizam a apuração da verdade dos fatos por meio da ação de improbidade administrativa", disse.


Segundo a ação, o hoje assessor de Lula transportava a propina para o comando do PT quando ocupava a Secretaria de Governo do então prefeito de Santo André, Celso Daniel, que era um dos principais coordenadores da campanha presidencial de Lula e foi assassinado em janeiro de 2002 - supostamente porque não aceitou que parte da propina enriquecesse os envolvidos. O dinheiro, aponta a investigação, serviu para financiar campanhas municipais, regionais e nacionais do PT. Por isso, o partido também responderá ao processo. O Ministério Público quer que o petista e os demais acusados devolvam os recursos desviados e sejam condenados à perda dos direitos políticos por até dez anos.

1°) A matéria equivoca-se ao atribuir este o primeiro propinoduto do PT. Na verdade o primeiro foi descoberto no Governo Olívio Dutra, pelo Clube de Seguros da Cidadania, que lavava o dinheiro do jogo do Bicho. Era operado pelo DIÓGENES JOSÉ CARVALHO DE OLIVEIRA ("LEANDRO", "LEONARDO", "LUIZ" e "PEDRO") , o assassino do Cap Charles Rodney Chandler na frente da família. Ele foi denunciado e gravado usando o nome de Olívio pressionando os delegados para deixarem os bicheiros trabalharem livres pois contribuíam para o partido. A sede do PT do Rio Grande do Sul foi alvo de CPI na Assembléia Legislativa do Estado, em 2001. Como o processo envolvia o Governador, foi enviado para o STF, onde se diz que Nelson Jobim, presidente da corte na época, arquivou o processo contra o esquema. Hoje Nelson Jobim ocupa o Ministério da Defesa num absurdo troca troca de poderes sem independência! Aqui se faz, aqui se é recompensado!


2°) Eu acredito no relato dos exilados Bruno José Daniel e Marilena Nakano, irmão e cunhada do prefeito de Santo André assassinado, Celso Daniel, que relatam a confissão do propinoduto por Gilberto Carvalho.



Ao contrário do que diz Dilma, o PT não investiga, o PT não pune, o PT corrompe e protege! O PT fez e fará!

Pastor Silas Malafaia Responde Edir Macedo Parte 1/2

A Igreja amordaçada pelo PT

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

JOSÉ SERRA NA GLOBO


José Serra manda mensagem ao vivo no Jornal Nacional - Mulheres, vamos lá!

Olá,

Tenho uma ótima notícia para você! :)
Na pesquisa interna da campanha do nosso candidato, divulgada hoje (22), o Serra aparece com 45% das intenções de votos, mesmo percentual que a concorrente do PT. Ou seja, estamos muito melhor do que o Ibope, o VoxPopuli e o Datafolha apresentam!! Não dá pra acomodar, mas o resultado é uma injeção de ânimo para a mobilização, né? :)
É bom lembrar também que a nossa pesquisa foi a única que se aproximou do resultado real registrado nas urnas do primeiro turno (ela apontava 47% contra 32%, muito próximo do final).
Além disso, a pesquisa da campanha do Serra entrevista cerca de 100 mil pessoas semanalmente de todo país. Os institutos de pesquisa, como VoxPopuli, conversam com APENAS TRÊS MIL PESSOAS! Isso porque o Brasil tem mais de cinco mil municípios!!!
Então, vamos pensar bem em quem vamos acreditar. Por isso, nossa missão é: conversar com os amigos sobre a pesquisa interna e CONVENCER PELO MENOS MAIS UMA PESSOA a votar no Serra. Ok?
NÃO VAMOS DESANIMAR! Ainda há muito trabalho para fazer pra elegermos Serra presidente e você e eu, todos juntos, somos muito importantes! :)
Acesse mensagem de José Serra no Jornal "O Globo"

Veja mais

ARNALDO JABOR


Arnaldo Jabor comenta o PNDH 3 from Manifesto em Defesa da Democraci on Vimeo.

ARNALDO JABOR


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ALMIR PAZZIANOTTO - TERCEIRIZAÇÃO DA DEMOCRACIA

LULA TRANSMITE A IDÉIA DE QUE VAI TERCEIRIZAR A DEMOCRACIA


Almir Pazzianotto – “Lula transmite a ideia de que vai terceirizar a Presidência da República” from Manifesto em Defesa da Democraci on Vimeo.

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ALMIR PAZZIANOTTO


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Carta aberta de Fernando Henrique Cardoso a Lula

Sem medo do passado – Carta aberta de Fernando Henrique Cardoso a Lula
Publicado em 22 de Outubro de 2010 

O presidente Lula passa por momentos de euforia que o levam a inventar inimigos e enunciar inverdades. Para ganhar sua guerra imaginária, distorce o ocorrido no governo do antecessor, autoglorifica-se na comparação e sugere que se a oposição ganhar será o caos. Por trás dessas bravatas está o personalismo e o fantasma da intolerância: só eu e os meus somos capazes de tanta glória. Houve quem dissesse “o Estado sou eu”. Lula dirá, o Brasil sou eu! Ecos de um autoritarismo mais chegado à direita.
Lamento que Lula se deixe contaminar por impulsos tão toscos e perigosos. Ele possui méritos de sobra para defender a candidatura que queira. Deu passos adiante no que fora plantado por seus antecessores. Para que, então, baixar o nível da política à dissimulação e à mentira?
A estratégia do petismo-lulista é simples: desconstruir o inimigo principal, o PSDB e FHC (muita honra para um pobre marquês…). Por que seríamos o inimigo principal? Porque podemos ganhar as eleições. Como desconstruir o inimigo? Negando o que de bom foi feito e apossando-se de tudo que dele herdaram como se deles sempre tivesse sido. Onde está a política mais consciente e benéfica para todos? No ralo.
Na campanha haverá um mote – o governo do PSDB foi “neoliberal” – e dois alvos principais: a privatização das estatais e a suposta inação na área social. Os dados dizem outra coisa. Mas os dados, ora os dados… O que conta é repetir a versão conveniente. Há três semanas Lula disse que recebeu um governo estagnado, sem plano de desenvolvimento. Esqueceu-se da estabilidade da moeda, da lei de responsabilidade fiscal, da recuperação do BNDES, da modernização da Petrobras, que triplicou a produção depois do fim do monopólio e, premida pela competição e beneficiada pela flexibilidade, chegou à descoberta do pré-sal.
Esqueceu-se do fortalecimento do Banco do Brasil, capitalizado com mais de R$ 6 bilhões e, junto com a Caixa Econômica, libertados da politicagem e recuperados para a execução de políticas de Estado.
Esqueceu-se dos investimentos do programa Avança Brasil, que, com menos alarde e mais eficiência que o PAC, permitiu concluir um número maior de obras essenciais ao país. Esqueceu-se dos ganhos que a privatização do sistema Telebrás trouxe para o povo brasileiro, com a democratização do acesso à internet e aos celulares, do fato de que a Vale privatizada paga mais impostos ao governo do que este jamais recebeu em dividendos quando a empresa era estatal, de que a Embraer, hoje orgulho nacional, só pôde dar o salto que deu depois de privatizada, de que essas empresas continuam em mãos brasileiras, gerando empregos e desenvolvimento no país.
Esqueceu-se de que o país pagou um custo alto por anos de “bravata” do PT e dele próprio. Esqueceu-se de sua responsabilidade e de seu partido pelo temor que tomou conta dos mercados em 2002, quando fomos obrigados a pedir socorro ao FMI – com aval de Lula, diga-se – para que houvesse um colchão de reservas no início do governo seguinte. Esqueceu-se de que foi esse temor que atiçou a inflação e levou seu governo a elevar o superávit primário e os juros às nuvens em 2003, para comprar a confiança dos mercados, mesmo que à custa de tudo que haviam pregado, ele e seu partido, nos anos anteriores.
Os exemplos são inúmeros para desmontar o espantalho petista sobre o suposto “neoliberalismo” peessedebista. Alguns vêm do próprio campo petista. Vejam o que disse o atual presidente do partido, José Eduardo Dutra, ex-presidente da Petrobras, citado por Adriano Pires, no Brasil Econômico de 13/1/2010.
“Se eu voltar ao parlamento e tiver uma emenda propondo a situação anterior (monopólio), voto contra. Quando foi quebrado o monopólio, a Petrobras produzia 600 mil barris por dia e tinha 6 milhões de barris de reservas. Dez anos depois, produz 1,8 milhão por dia, tem reservas de 13 bilhões. Venceu a realidade, que muitas vezes é bem diferente da idealização que a gente faz dela”.
(José Eduardo Dutra)
O outro alvo da distorção petista refere-se à insensibilidade social de quem só se preocuparia com a economia. Os fatos são diferentes: com o Real, a população pobre diminuiu de 35% para 28% do total. A pobreza continuou caindo, com alguma oscilação, até atingir 18% em 2007, fruto do efeito acumulado de políticas sociais e econômicas, entre elas o aumento do salário mínimo. De 1995 a 2002, houve um aumento real de 47,4%; de 2003 a 2009, de 49,5%. O rendimento médio mensal dos trabalhadores, descontada a inflação, não cresceu espetacularmente no período, salvo entre 1993 e 1997, quando saltou de R$ 800 para aproximadamente R$ 1.200. Hoje se encontra abaixo do nível alcançado nos anos iniciais do Plano Real.
Por fim, os programas de transferência direta de renda (hoje Bolsa-Família), vendidos como uma exclusividade deste governo. Na verdade, eles começaram em um município (Campinas) e no Distrito Federal, estenderam-se para Estados (Goiás) e ganharam abrangência nacional em meu governo. O Bolsa-Escola atingiu cerca de 5 milhões de famílias, às quais o governo atual juntou outras 6 milhões, já com o nome de Bolsa-Família, englobando em uma só bolsa os programas anteriores.
É mentira, portanto, dizer que o PSDB “não olhou para o social”. Não apenas olhou como fez e fez muito nessa área: o SUS saiu do papel à realidade; o programa da aids tornou-se referência mundial; viabilizamos os medicamentos genéricos, sem temor às multinacionais; as equipes de Saúde da Família, pouco mais de 300 em 1994, tornaram-se mais de 16 mil em 2002; o programa “Toda Criança na Escola” trouxe para o Ensino Fundamental quase 100% das crianças de sete a 14 anos. Foi também no governo do PSDB que se pôs em prática a política que assiste hoje a mais de 3 milhões de idosos e deficientes (em 1996, eram apenas 300 mil).
Eleições não se ganham com o retrovisor. O eleitor vota em quem confia e lhe abre um horizonte de esperanças. Mas se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa. Nada a temer.
Fernando Henrique Cardoso



Quem foi melhor - LULA ou FHC


Quem foi melhor: FHC ou Lula ?

Discussão que permeia boa parte das apresentações de Dilma e de Serra na TV.

Gráfico comparativo

Foi Lula e não Serra quem assinou a Convenção Quadro, que acabará com a produção de fumo no Brasil
A decisão de Serra de investir pesadamente em Santa Cruz do Sul deve-se ao seu mau desempenho na região de produtores e fabricantes de fumo do RS. Foi por isto que ele mandou para lá, nesta quinta-feira, uma comitiva de deputados federais e estaduais, levando junto uma carta-compromisso de apoio à economia regional.
- No primeiro turno, a boataria feita pelo PT prejudicou o desempenho de Serra. Jornais como Zero Hora e Valor, ajudaram a propagar os boatos. No dia 1º de maio, o site da RBS replicou declarações que Serra não deu em Camboriu, segundo as quais o candidato teria dito que "os fumantes são gente sem Deus". O Valor, em reportagem de 29 de junho, assinada por Sérgio Bueno, anunciou que o "PT tinha atraído fumageiros contra Serra no RS". As matérias foram "espontaneamente" replicadas na região.
-  Os produtores sequer se deram conta de que a grande ameaça ao setor fumageiro partiu do próprio PT, porque o governo Lula aderiu porque quis à chamada Convenção Quadro, que prevê extirpar a produção e fabricação de fumo no RS. Lula tem evitado aplicar as sanções, mas só faz isto depois de ameaçar o setor e então receber pedidos dramáticos para que seja “bonzinho”. Há dois meses, o presidente esteve em Santa Cruz fazendo campanha para Dilma Roussef, recebeu novo apelo, mas só aceitou conversar com representantes do setor às escondidas, no aeroporto, fora da agenda. Foi um contato em que ninguém pode sentar.
- A região parece ter esquecido o papel jogado por Lula. Nas eleições de 2006, ele foi punido nas urnas da região, conforme estes resultados:
- Santa Cruz do Sul: Alckmin, 57,47% ; Lula, 27%.
- Venâncio: Alckmin, 48,79%; Lula, 36,94%.
- Vera Cruz: Alckmin, 53,91% ; Lula, 34,15%.
- Os três principais municípios envolvidos com a produção e fabricação de fumo são Santa Cruz, Vera Cruz e Rio Pardo. Saiba como foi o resultado do primeiro turno: Santa Cruz: Dilma, 56,39%; Serra, 26,37%. Vera Cruz: Dilma, 68,95%; Serra, 19,90%. Rio Pardo: Dilma, 59,90%. Serra, 31,73%.
                        Fonte: Blog de Políbio Braga

ROSANE OLIVEIRA DA RBS - PTista de carteirinha

Objetos voadores parte II - Rosa de Oliveira - RBS

RBS apóia Dilma, assim com a BAND e Edir Macedo

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

A Maçonaria vista por um General.

 

 .*. A Maçonaria vista por um General 
 

A RESPEITÁVEL MAÇONARIA

A Maçonaria é uma Associação de carácter universal. Por aqui, não a vemos, nem no bojo nem na periferia de escândalos, de maracutaias ou de politicagens. Bom sinal. Dá – se ao respeito.

Não somos maçons. Temos amigos, de reconhecido valor, que o são. De longe, aprendemos a respeitá – la. Não sabemos, exatamente, as razões desta deferência.

Seria função do mutismo grave e impenetrável da Associação?

Talvez em razão da névoa de mistério que envolve as suas atividades e as restrições para o ingresso naquela reservada e seletiva Associação? Como se faz? Como se ingressa?

Sabemos, por ouvir falar, de seus regulamentos, cerimoniais, hierarquias e trajes que denotam antes seriedade do que pompa, antes compromissos e juramentos, do que acordos e acertos entre mal - intencionados.

Propositadamente, quase às escondidas, os maçons primam pelo anonimato, entendamos: não por agirem à sorrelfa ou à margem da lei e das convenções, mas por hábito, pela força de suas tradições. De pronto, num contexto em que a maioria das pessoas disputa a tapas seus quinze minutos de glória, até pela autoria das maiores barbaridades, eles merecem, pelo seu comedimento nas atitudes e pensamentos, no mínimo, a nossa atenção.

Olimpicamente, mas em surdina, cumprem eles suas missões. Sem alarde, dedicam-se ao que fazem através dos séculos , pois seus membros cultivam a filantropia , a justiça social , o aclassismo , a humanidade , os princípios da liberdade , da democracia e da igualdade , o aperfeiçoamento intelectual e a fraternidade , é, assim, uma associação iniciática , filosófica , filantrópica e educativa ..

Os maçons estruturam-se e reúnem-se em células autónomas, designadas por oficinas , ateliers ou (como são mais conhecidas e corretamente designadas) Lojas , "todas iguais em direitos e honras, e independentes entre si", abrigando empresários, profissionais liberais, militares,... cidadãos.

Contudo, ultimamente, para o nosso gaúdio e renovada esperança, mesmo sabedores da independência de suas células, temos recebido contundentes manifestos de algumas Lojas, que literalmente, e com clareza, demonstram e externam um repúdio e um desconforto com os rumos da nossa desgovernança. Tal foi a mega-reunião ocorrida em Brasília, em 30 de março último, em que a Arte Real homenageou as Forças Armadas e firmou com elas, uma indissolúvel aliança, em prol do Brasil ! Tal foi a cruzada em defesa da Amazônia brasileira, cobiçada internacionalmente, desde sempre, que vem sendo desenvolvida por todos os maçons, em âmbito nacional, já faz dois anos!

Nada mais natural, conforme reza o bom senso, que prestemos atenção quando a Maçonaria se pronuncia. Podemos entender que, condenando os rompantes e inverdades que fazem parte do dia – a – dia de alguns líderes nacionais, ao pronunciar - se, prime sua palavras pelo siso e pela irrestrita obediência à verdade.

Comprovamos, pela veemência de seus Manifestos e Campanhas, como nós, seus membros acreditam que estamos mergulhando às cegas no caos. Denunciam que ao cabresto de aventureiros e inconsequentes rumamos para um regime social – sindicalista, e que não estamos construindo uma grande nação, e sim, somos cobaias de um abjeto projeto de poder. Acreditam que a construção de uma sociedade que mereça tal denominação, não pode ser edificada sob alicerces forjados na manipulação e no engodo.

Ressaltando uma unidade de pensamento e uma dignidade incomuns na plagas nativas, repelem com vigor o caminho, que com esmolas e às tontas, segue a nação brasileira.

Não somos, e certamente os maçons também não, a consciência nacional, entretanto, ficaremos roucos de tanto denunciar e vaticinar que o despreocupado povo brasileiro não ficará impune às suas inconsequentes escolhas.

Aos maçons, convidamos, não para o banquete da vitória, mas para a árdua luta de despertar uma sociedade alienada e amorfa. Uma missão quase impossível.

Que o nosso desconforto, nosso alerta, pouco a pouco conscientize os cidadãos de bem, aos indivíduos responsáveis e que eles despertem de seu marasmo, e não se limitem à cômoda posição de meros espectadores do descalabro, das ignominias, das corrupções e da falta total de pudor e de vergonha que assolam à Nação.

Conclamamos para a adoção de uma posição proativa, não pela força, mas pela denúncia, pela indignação, pela perseverança, pelo esclarecimento, pela pressão, pelo alerta constante, esperando que o clamor de 16% seja tão ensurdecedor, que mesmo o patife mais surdo, não possa deixar de ouvir.

Fujamos da aquiescência e do comodismo que embotam as mentes, e tenhamos a convicção de que o errado, o ilícito, a mentira e a trapaça não podem ser aceitos, mesmo que praticados, apregoadas e admitidos como naturais pelas mais cretinas autoridades.

Não interessam aos indivíduos de bem, a desvirtuação dos costumes, a deterioração do caráter, práticas que tornaram – se a bandeira para o desmantelamento da sociedade brasileira, e que são praticados acintosa e explicitamente pelo desgoverno, que sem oponentes, dominará os corações e as mentes dos acomodados.

Nos manifestos maçons temos encontrado idêntico desprezo às praticas anti - éticas adotadas para a tomada total do poder e, por isso, saudamos com vigor e admiração a coragem e a determinação das Lojas desta respeitável Associação.

Ao que bradamos! Felizmente, não estamos sós.

Brasilia,DF, 23 de julho de 2010

Gen. Bda Refo Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.
( Manuel Alegre ) 




 


Como o PT trata a questão da saúde

Manifesto em Defesa da Democracia

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

terça-feira, 19 de outubro de 2010

STM envergonha o País

STM envergonha o País ao impedir que os brasileiros saibam quem é Dilma Roussef

O que ocorre neste momento no Superior Tribunal Militar, o STM, não apenas enxovalha o Poder Judiciário do Brasil, como além disto é uma denúncia pública sobre o esforço extraordinário que faz a ex-ministra Dilma Roussef para manter sob sigilo uma boa parte da sua biografia, justamente a parte mais controversa dela, pois é a que trata do seu engajamento ao lado de células terroristas da Var Palmares, organização comunista que tentou substituir a ditadura militar pela ditadura comunista. O STM ataca a liberdade de imprensa, ao impedir que a Folha de S. Paulo tenha acesso aos autos dos processos a que respondeu Dilma. A única explicação para o segredo imposto é que a revelação dos autos podem demonstrar dados estarrecedores sobre o que fez e disse a ex-ministra na clandestinidade, porque de outro modo o STM abriria seus arquivos e a própria candidata pediria isto à Corte Militar. O País tem o direito de saber que tipo de presidente está elegendo, mas o STM impede que isto seja feito através de chicanas próprias de advogados de porta de cadeia.

Por 9 votos a 2, os ministros do Superior Tribunal Militar (STM) decidiram nesta terça-feira (19) suspender por três sessões ordinárias o julgamento do pedido do jornal "Folha de S.Paulo" para ter acesso ao processo que, durante a ditadura militar, levou à prisão Dilma Rousseff, atual candidata do PT à Presidência da República.O julgamento foi interrompido por um pedido de vista protocolado nesta segunda-feira (18) pela Advocacia Geral da União (AGU). Segundo o coordenador de Assuntos Militares da AGU, Maurício Muriack, a União deveria ter sido citada na ação."A AGU não foi intimada, o que leva a um vício do devido processo legal. Não se trata aqui de um formalismo. Está se falando de uma formalidade essencial. Essa é uma prerrogativa legal da União, da qual ela não pode abrir mão", afirmou Muriack.O pedido questiona decisão do presidente do STM, Carlos Alberto Marques Soares, que impediu o jornal de ter acesso aos documentos. A decisão sobre o caso foi adiada no último dia 5 de outubro pelo pedido de vista da ministra Maria Elisabeth Rocha.

                 Blog de Políbio Braga

SERRA ESTÁ NA FRENTE!

DILMA ENCICLOPÉDIA: SERRA ESTÁ NA FRENTE!: "Olha o tracking aí, gente Calma pitaqueiros, finalmente consegui conversar com nosso amigo marqueteiro sobre os números do Vox Populi, o ta..."

"Conheci Reyes e Lula no Foro de São Paulo", diz Chávez

domingo, 17 de outubro de 2010

PAULO BROSSARD VOTA EM JOSÉ SERRA




Confira aqui

CARTA DE DILMA SOBRE O ABORTO

Desde cedo, ontem, circularam as notícias mais desencontradas. A príncípio, segundo alguns veículos da imprensa, DIlma retrocedera e não assinaria nenhuma carta para atender as revindicações dos líderes evangélicos, que se reuniram com ela no dia 13 de outubro. Prevalecia a tese dos linhas-duras do PT, que viam nisso retrocesso perigoso para a estratégia petista de médio e longo prazo. Mas como seria dificil explicar essa meia-volta diante da expectativa criada com a promessa de divulgação da carta, optou-se então por formalizá-la e, com isso, tentar dar um fim à discussão que a própria candidata trouxe para a campanha, quando começou a desdizer o que dissera antes como parte de sua crença e filosofia de vida.
Acabei de ler o documento. Quem esperava um tiro de canhão, ouviu um estampido de bomba de São João. A emenda saiu pior do que o soneto. Peço licença ao Reinaldo Azevedo para fazer um azul e vermelho com os pontos da açucarada carta. Aí vai:
Dirijo-me mais uma vez a vocês, com o carinho e o respeito que merecem os que sonham com um Brasil cada vez mais perto da premissa do Evangelho de desejar ao próximo o que desejamos para nós mesmos. É com esta convicção que resolvi pôr um fim definitivo à campanha de calúnias e boatos espalhados por meus adversários eleitorais. Para não permitir que prevaleça a mentira como arma em busca de votos, em nome da verdade quero reafirmar:
A introdução já começa com uma premissa errada. Quem rascunhou a carta esqueceu-se que o Mestre ensinou a amar o próximo com o mesmo padrão de amor que ele teve em favor da humanidade. Se nós mesmos nos constituirmos como medida, corremos o risco de dar com os burros n'água. Por outro lado, não é verdade que as últimas notícias envolvendo Dilma Rousseff sejam calúnias e boatos. Os fatos estão documentados e foram divulgados com provas cabais sem que houvesse qualquer articulação nesse sentido, como reação natural ao novo discurso que a candidata inaugurou na campanha para atrair o eleitorado cristão.
1. Defendo a convivência entre as diferentes religiões e a liberdade religiosa, assegurada pela Constituição Federal.
Não é isso que transparece no PNDH 3, forjado na Casa Civil comandada pela então ministra, que propõe entre outras aberrações estabelecer conselhos para a diversidade religiosa, como se fosse papel do Estado interferir nos cultos de qualquer crença.
2. Sou pessoalmente contra o aborto e defendo a manutenção da legislação atual sobre o assunto.
Esse é o calcanhar de aquiles de Dilma Rousseff. Contraria o que afirmou em entrevista à Folha, em 2007, quando considerou absurdo que o Brasil não tivesse ainda descriminado o aborto, o que reafirmou posteriormente, no ano de 2009, já na condição de pré-candidata, em entrevista a Marie Claire. O advérbio "pessoalmente" é uma forçação de barra e pressupõe que nem sempre o desejo pessoal pode sobrepor-se aos "interesses de estado". No caso, a descriminação do aborto. Mas que estado, o do PT? É fácil, agora, dizer que defende a manutenção da legislação atual sobre o assunto, quando, ao contrário disso, a Secretaria Especial de Políticas Públicas para as Mulheres fez da pauta a sua prioridade durante o governo Lula, o PNDH 3 reforçou a mesma política e já há projetos de lei em andamento para cumprir a proposta. Isso não é nada mais do que dizer: "lavo as minhas mãos".
3. Eleita presidente da República, não tomarei a iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação do aborto e de outros temas concernentes à família e à livre expressão de qualquer religião no País.
Vá lá que Dilma, se eleita, não tome qualquer iniciativa, como promete nesse item. É possível acreditar numa pessoa que anteontem dizia com convicção uma coisa e hoje, para atender conveniências eleitorais, diz outra? E se vier a não tomar nenhuma iniciativa, o que isso significará? Nada! O processo já esta em curso e o PT, ao lado de aliados de outros partidos, fará direitinho "o dever de casa" no Congresso Nacional.
4. O PNDH 3 é uma ampla carta de intenções, que incorporou itens do programa anterior. Está sendo revisto e, se eleita, não pretendo promover nenhuma iniciativa que afronte a família.
Não é verdade que o PNDH seja uma ampla carta de intenções. É, sim, um decreto assinado pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, com pontos muito claros a serem implementados e determinando, inclusive, as áreas do governo responsáveis pela execução de cada um deles. Também não é verdade que está sendo revisto. A não ser que Dilma tenha esquecido de combinar com Paulo Vannuchi, ministro dos Direitos Humanos, que afirmou ficar tudo como está por ter o governo já feito as alterações necessárias. É por isso que Dilma de forma enviezada disse ser "pessoalmente" contra o aborto. Para não ficar contra o PNDH 3 já emendado, que diz: "Considerar o aborto como tema de saúde pública, com a garantia do acesso aos serviços de saúde". Saúde de quem? Da mãe ou do feto?
5. Com relação ao PLC 122, caso aprovado no Senado, onde tramita atualmente, será sancionado em meu futuro governo nos artigos que não violem a liberdade de crença, culto e expressão e demais garantias constitucionais individuais existentes no país.
Aqui o rascunhador da carta comete um ato falho. Admite já o futuro governo da candidata. É um risco calculado. Mas vamos ao ponto: da forma como o projeto de lei se encontra redigido, será muito difícil - senão impossível - para o presidente sancioná-lo sem que se estabeleça a mordaça a quem se expressar contra a homossexualidade. O PLC 122 não se submete ao princípio constitucional da igualdade ao estabelecer privilégios para uma minoria.
6. Se Deus quiser e o povo brasileiro me der a oportunidade de presidir o País, pretendo editar leis e desenvolver programas que tenham a família como foco principal, a exemplo do Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida e tantos outros que resgatam a cidadania e a dignidade humana.
A que "deus" o rascunhador da carta se refere? À força superior a que Dilma se referiu em sua entrevista ao Datena? Ou àquele mencionado na entrevista à Folha? Veja você mesmo: "...Eu não acho que a gente pode achar que só existe o... aquele seu Deus, entende? Eu acho que você tem de ter, assim, uma abertura para contemplar todas as possibilidades (...) Eu me equilibro nessa questão: Será que há [Deus] , será que não há?" É ou não é hilário, para não dizer triste!

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