sexta-feira, 29 de outubro de 2010

MIELE apresenta as RAZÕES para votar SERRA 45 PRESIDENTE DO BRASIL

MILITARES, NUNCA MAIS!

 

 

Militares, nunca mais !

Millôr Fernandes

Ainda bem que hoje tudo é diferente, temos um
PT sério, honesto e progressista. Cresce o grupo que não quer mais ver
militares no poder
, pelas razões abaixo.

Militar no poder, nunca mais. Só fizeram
lambanças.

Tiraram o cenário bucólico que havia na Via
Dutra de uma só pista, que foi duplicada e recebeu melhorias; acabaram aí
com as emoções das curvas mal construídas e os solavancos estimulantes
provocados pelos buracos na pista.

Não satisfeitos, fizeram o mesmo com a rodovia
Rio-Juiz de Fora.

Com a construção da ponte Rio-Niterói,
acabaram com o sonho de crescimento da pequena Magé, cidade nos fundos da
Baía de Guanabara, que era caminho obrigatório dos que iam de um lado ao
outro e não queriam sofrer na espera da barcaça que levava meia dúzia de
carros.

Criaram esse maldito do Proálcool, com o medo
infundado de que o petróleo vai acabar um dia. Para apressar logo o fim
do chamado "ouro negro", deram um impulso gigantesco à Petrobras, que
passou a extrair petróleo 10 vezes mais (de 75 mil barris diários, passou
a produzir 750 mil); sem contar o fedor de bêbado que os carros passaram
a ter com o uso do álcool.

Enfiaram o Brasil numa disputa estressante,
levando-o da posição de 45ª economia do mundo para a posição de 8ª,
trazendo com isso uma nociva onda de inveja mundial.

Tiraram o sossego da vida ociosa de 13 milhões
de brasileiros, que, com a gigantesca oferta de emprego,
ficaram sem a desculpa do "estou desempregado".

Em 1971, no governo militar, o Brasil alcançou
a posição de segundo maior construtor de navios no mundo. Uma desgraça
completa.

Com gigantesca oferta de empregos, baixaram
consideravelmente os índices de roubos e assaltos. Sem aquela emoção de
estar na iminência de sofrer um assalto, os nossos passeios perderem
completamente a graça.

Alteraram profundamente a topografia do
território brasileiro com a construção de hidrelétricas gigantescas
(Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipu), o que obrigou as nossas crianças
a aprenderem sobre essas bobagens de nomes esquisitos. O Brasil, que antes
vivia o romantismo do jantar à luz de velas ou de lamparinas, teve que
tolerar a instalação de milhares de torres de alta tensão espalhadas pelo
seu território, para levar energia elétrica a quem nunca precisou disso.

Implementaram os metrôs de São Paulo, Rio,
Belo Horizonte, Recife e Fortaleza, deixando tudo pronto para atazanar a
vida dos cidadãos e o trânsito nestas cidades.

Baniram do Brasil pessoas bem intencionadas,
que queriam implantar aqui um regime político que fazia
a felicidade dos russos, cubanos e chineses, em cujos países as pessoas se
reuniam em fila nas ruas apenas para bater-papo, e ninguém pensava em sair
a passeio para nenhum outro país. Foram demasiadamente rigorosos com os
simpatizantes daqueles regimes, só porque soltaram uma "bombinha de São
João" no aeroporto de Guararapes, onde alguns
inocentes morreram de susto apenas.

Os militares são muito estressados. Fazem
tempestade em copo d'água só por causa de alguns assaltos a bancos,
sequestros de diplomatas.. . ninharias que qualquer delegado de polícia
resolve.

Tiraram-nos o interesse pela Política, vez que
os deputados e senadores daquela época não nos brindavam com esses
deliciosos escândalos que fazem a alegria da gente hoje.

Inventaram um tal de FGTS, PIS e PASEP, só
para criar atritos entre empregados e patrões. Para piorar a coisa, ainda
criaram o MOBRAL, que ensinou milhões a ler e escrever, aumentando mais
ainda o poder desses empregados contra os seus patrões. Nem o homem do
campo escapou, porque criaram para ele o FUNRURAL, tirando do pobre
coitado a doce preocupação que ele tinha com o seu futuro. Era tão bom
imaginar-se velhinho, pedindo esmolas para sobreviver.

Outras desgraças criadas pelos militares:
Trouxeram a TV a cores para as nossas casas, pelas mãos e burrice de um
Oficial do Exército, formado pelo Instituto Militar de Engenharia, que
inventou o sistema PAL-M.

Criaram a EMBRATEL; TELEBRÁS; ANGRA I e II;
INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM. Tudo isso e muito mais os militares
fizeram em 22 anos de governo.

 

Além disso, nenhum desses militares conseguiu ficar rico. Eta incompetência!

Depois que entregaram o governo aos civis,
estes, nos vinte anos seguintes, não fizeram nem 10% dos estragos que os
militares fizeram.

Graças a Deus!

Tem muito mais coisas horrorosas que eles, os
militares, criaram, mas o que está escrito acima é o bastante para
dizermos: "Militar no poder, nunca mais!", exceto os domesticados.



Novas embaixadas brasileiras

Conheça as mais novas e importantíssimas  embaixadas brasileiras criadas pelo  desgoverno Lula no dia 27 do corrente mês.

Decreto nº 7.349, de 27.10.2010 - Cria a Embaixada do Brasil em Lilongue, na República do Maláui. 

Decreto nº 7.348, de 27.10.2010 - Cria a Embaixada do Brasil em Tbilisi, na República da Geórgia. 

Decreto nº 7.347, de 27.10.2010 - Cria a Embaixada do Brasil em Bangui, na República Centro-Africana, cumulativa com a Embaixada em Brazzaville. 

Decreto nº 7.346, de 27.10.2010 - Cria a Embaixada do Brasil em Majuro, na República das Ilhas Marshall, cumulativa com a Embaixada em Manila. 


José Serra Programa do JÔ 1ª PARTE 2009

Senador Álvaro Dias critica autoritarismo do governo Lula

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Serra e Dilma - Debate da BAND - Privatização X PTetização

Eleições 2010 um absurdo

DEPOIMENTOS IMPORTANTES


Aristides Junqueira: "O Brasil, nas mãos de Serra, caminhará com a segurança de que não sairemos do regime democrático" from Manifesto em Defesa da Democraci on Vimeo.

A máscara caiu!

REPASSANDO

 

 A coisa tá feia pra Dilma na internet...

O título desse vídeo, que está circulando na rede é "A máscara caiu"

 

 

 

 
 


Deputada Estadual RITA PASSOS - PV










Deputada Estadual RITA PASSOS

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Feriadão...

No próximo feriadão tem eleição. 
Não vá para a praia!
Vá prá Serra!


 



Dilma é muito católica !!!

Foi confirmado: a Dilma é "a mais católica" candidata do país.

Em todos os contratos feitos pela Casa Civil ela levava um terço!!!

 

 

 

PROPOSTA SERRA

Xico Graziano: "Serra vai vencer e Proposta Serra vai continuar"

Caminhada sexta 29 - São Paulo



Se você não conseguir visualizar esta mensagem, acesse este link
Manifesto em Defesa da Democracia
 

Caros amigos,
Na próxima sexta-feira, 29, às 12 hs, sairá defronte a Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em São Paulo, uma caminhada pela Democracia, pela liberdade de imprensa, pela verdade e pela vida. Várias personalidades do mundo jurídico, artistas, profissionais liberais, religiosos, lideranças comunitárias e políticas, parlamentares, integrantes de movimentos sociais, empresários, estudantes, militantes e pessoas da população estão sendo convidadas.

Os apoiadores de Serra à presidência estarão presentes numa caminhada pacífica a favor da democracia e do Brasil. Veja anexo o roteiro da caminhada até a Praça da Republica, organizada e formalizada na forma da legislação pela coligação o Brasil Pode Mais.

Os que estão nas cidades próximas de São Paulo estão igualmente convidados. Em todo o país estão sendo organizadas caminhadas semelhantes. Procure as lideranças locais e ajude você também a organizar.

Convide seus amigos.

 
 

MANIFESTO EM DEFESA DA DEMOCRACIA

Por um Brasil de Verdades.

 
 Serra Presidente 45
Mapa centro de SP

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Mensagem Pela Democracia




O que pretende o PT - por Marilena Chaui




Vejam o que diz essa maula, PTista de carteirinha, entitulada "filósofa"

FINANCIAL TIMES

27/10/2010 - 09h09

Em editorial, 'Financial Times' diz que 'Serra é melhor escolha para presidente'

da BBC Brasil
Em editorial, o jornal britânico "Financial Times" defende nesta quarta-feira que o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, "é a melhor escolha para o Brasil".
No artigo, "Eleições Brasileiras - José Serra é a melhor escolha para presidente, por pouco", o jornal sustenta que os dois principais candidatos ao Planalto são bastante similares, mas a eleição de Serra afastaria uma possível influência de Lula no próximo governo.
"Ambos [Serra e a candidata do PT, Dilma Rousseff] são notavelmente similares. São sociais-democratas que creem em políticas pró-mercado com forte componente social. São tecnocratas inoportunos. E são também desprovidos de charme", diz o jornal.
"Onde as diferenças existem, são pequenas mas significativas. Serra é mais linha-dura em termos fiscais. Com boa vontade, ele poria um fim no uso de esquemas extra-orçamentários recentemente aplicados para cumprir as metas fiscais."
"Reduzir o gasto público, ainda ascendente apesar de uma economia em pleno vapor, também diminuiria as taxas de juros e assim limitaria a apreciação da moeda."
Para o FT, Serra também seria "menos indulgente" com o Irã, a Venezuela e Cuba.
Já Dilma, ressalta o editorial, "é a favor de um Estado maior, embora um quinto das maiores companhias de capital aberto já tenham, de uma forma ou de outra, ele entre seus cinco maiores acionistas".
"Mas a maior diferença talvez seja o papel que o popular padrinho de Dilma assumirá se ela ganhar --o que é provável, tendo em vista a sua vantagem de dez pontos nas pesquisas. Uma presidência paralela, como a de Putin na Rússia, é possível; assim como a volta de Lula ao poder em 2014 e 2018."
O artigo conclui afirmando que "pelo menos para interromper esta relação com o poder, Serra é a melhor escolha para o Brasil".

http://www1.folha.uol.com.br/bbc/820920-em-editorial-financial-times-diz-que-serra-e-melhor-escolha-para-presidente.shtml




terça-feira, 26 de outubro de 2010

INTRIGAS DE ESTADO

Brasil

Intrigas de estado

Diálogos entre autoridades revelam que o Ministério da Justiça, o mais antigo e tradicional da República, recebeu e rechaçou pedidos de produção de dossiês contra adversários

Gustavo Ribeiro

RELAÇÕES PERIGOSAS: As conversas às quais VEJA teve acesso mostram que o braço direito do presidente Lula, Gilberto Carvalho, e a candidata à Presidência Dilma Rousseff tentaram usar o Ministério da Justiça para executar “tarefas absurdas” (Montagem Sambaphoto/Folhapress)
Estamos a menos de uma semana das eleições e, como escreveu o correspondente Stuart Grudgings, da agência noticiosa Reuters, políticos e jornalistas correrão às bancas mais próximas para ver se será esta a edição de VEJA que vai abalar a liderança de Dilma Rousseff nas pesquisas eleitorais. Embora a análise do funcionário da Reuters demonstre um total desconhecimento do que seja jornalismo, atividade em que os fatos fazem as notícias e não o contrário, ele acertou em seu diagnóstico a respeito da ansiedade que as capas de VEJA provocam no meio político. A reportagem que se vai ler a seguir não foge à regra. Ela revela, talvez da maneira mais clara até hoje, o tipo de governo produzido pela mentalidade petista de se apossar do estado, aparelhá-lo e usá-lo em seu benefício partidário. VEJA já havia demonstrado nas reportagens “O polvo no poder” e “A alegria do polvo” como a Casa Civil fora transformada em um balcão de negócios, em que maços de dinheiro vivo apareciam nas gavetas de escritórios a poucos metros da sala do presidente da República. A presente reportagem relata as tentativas ousadas de petistas de alto coturno de conspurcar um dos mais antigos e venerandos ministérios da República, o da Justiça.
Jose Cruz/Abril

“Não aguento mais receber pedidos da Dilma e do Gilberto Carvalho para fazer dossiês. (...) Eu quase fui preso como um dos aloprados.”
Pedro Abramovay, atual secretário nacional de Justiça, em conversa com seu antecessor, Romeu Tuma Júnior
É conhecido o desprezo que o PT nutre pelas instituições republicanas, mas o que se tentou no Ministério da Justiça, criado em 1822 por dom Pedro I, ultrapassa todas as fronteiras da decência. Em quase 200 anos de história, o ministério foi chefiado por homens da estatura de Rui Barbosa, Tancredo Neves e quatro futuros presidentes da República. O PT viu na tradicional instituição apenas mais um aparelho a serviço de seu projeto de poder. Como ensina Franklin Martins, ministro da Supressão da Verdade, “às favas com a ética” quando ela interfere nos interesses políticos e partidários dos atuais donos do poder. VEJA teve acesso a conversas entre autoridades da pasta que revelam a dimensão do desprezo petista pelas instituições. Os diálogos mostram essas autoridades incomodadas com a natureza dos pedidos que vinham recebendo do Palácio do Planalto. Pelo que é falado, não se pode deduzir que o Ministério da Justiça, ao qual se subordina a Polícia Federal, cedeu integralmente às descabidas investidas palacianas. “Não aguento mais receber pedidos da Dilma e do Gilberto Carvalho para fazer dossiês. (...) Eu quase fui preso como um dos aloprados”, disse Pedro Abramovay, secretário nacional de Justiça, em conversa com seu antecessor, Romeu Tuma Júnior. Abramovay é considerado um servidor público exemplar, um “diamante da República”, como a ele se referiu um ex-ministro. Aos 30 anos, chegou ao Ministério da Justiça no início do governo Lula pelas mãos do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos. A frase dele pode confirmar essa boa reputação, caso sua “canseira” tenha se limitado a receber pedidos e não a atender a eles. De toda forma, deveria ter denunciado as ordens impertinentes e nada republicanas de “produzir dossiês”.
Mesmo um alto funcionário com excelente imagem não pode ficar ao mesmo tempo com a esmola e o santo. Em algumas passagens da conversa, Abramovay se mostra assustado diante das pressões externas e diz que pensa em deixar o governo. Não deixou. Existem momentos em que é preciso escolher. Antes de chegar ao ministério, ele trabalhou no gabinete da ex-prefeita Marta Suplicy, na liderança do PT no Senado e com o senador Aloizio Mercadante. Vem dessa etapa da carreira a explicação para a parte da frase em que ele diz “quase fui preso como um dos aloprados”. A frase nos leva de volta à campanha eleitoral de 2006, quando petistas foram presos em um hotel ao tentar comprar um dossiê falso contra José Serra. A seu interlocutor, Abramovay sugere ter participado do episódio e se arrependido, a ponto de temer pedidos semelhantes vindos agora do Palácio do Planalto. Ele disse que quase foi preso na época do escândalo e que, por isso, teve de se esconder para evitar problemas. “Deu ‘bolo’ a história do dossiê”, comenta. Em pelo menos três ocasiões, Abramovay afirma que não está disposto a novamente agir de forma oficiosa. E justificou: “...os caras são irresponsáveis”.
Dida Sampaio/AE

“O Pedro reclamou várias vezes que estava preocupado com as missões que recebia do Planalto. Ele realmente me disse que recebia pedidos da Dilma e do Gilberto para levantar coisas contra quem atravessava o caminho do governo.”
Romeu Tuma Junior, ex-secretário nacional de Justiça
Os diálogos aos quais a reportagem teve acesso foram gravados legalmente e periciados para afastar a hipótese de manipulação. As ordens emanam do coração do governo — do chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, e da candidata a presidente, Dilma Rousseff. A conversa mais longa durou cinquenta minutos e aconteceu em janeiro deste ano, no gabinete do então secretário nacional de Justiça e antecessor de Abramovay no cargo, Romeu Tuma Júnior. Os interlocutores discutem a sucessão do ex-ministro Tarso Genro. Ao comentar sobre o próprio futuro, Abramovay revela o desejo de trabalhar na ONU. Em tom de desabafo, o advogado afirmava que já não conseguia conviver com a pressão. Segundo ele, a situação só ia piorar com a nomeação para o cargo de Luiz Paulo Barreto, então secretário executivo, pela falta de força política do novo ministro, funcionário de carreira da pasta, em que também angariou excelente reputação. “Isso (o cargo de ministro) é maior que o Luiz Paulo. (...) Agora eles vão pedir... para mim... pedir para a Polícia (Federal)”, desabafou.
Procurado por VEJA, Abramovay disse: “Nunca recebi pedido algum para fazer dossiês, nunca participei de nenhum suposto grupo de inteligência da campanha da candidata Dilma Rousseff e nunca tive de me esconder — ao contrário, desde 2003 sempre exerci funções públicas”. Romeu Tuma Júnior, seu interlocutor, porém, confirmou integralmente o teor das conversas: “O Pedro reclamou várias vezes que estava preocupado com as missões que recebia do Planalto. Ele me disse que recebia pedidos de Dilma e do Gilberto para levantar coisas contra quem atravessava o caminho do governo”. Acrescentou Tuma: “Há um jogo pesado de interesses escusos. Para atingir determinados alvos, lança-se mão, inclusive, de métodos ilegais de investigação. Ou você faz o que lhe é pedido sem questionar, ou passa a ser perseguido. Foi o que aconteceu comigo”, afirma o ex-secretário, que deixou a pasta em junho, depois que vieram a público denúncias de que teria relacionamento com a máfia chinesa. Tuma Júnior atribui a investigação contra si — formalmente arquivada por falta de provas — a uma tentativa de intimidação por parte de pessoas que tiveram seus interesses contrariados. Ele não quis revelar quais seriam esses interesses: “Mas posso assegurar que está tudo devidamente documentado”.
Sergio Lima/Folhapress

Para o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, o diretor da PF, Luiz Fernando Corrêa (à dir.), se valeu do aparato policial para monitorar autoridades. O ministro suspeitou que ele próprio houvesse sido vítima de grampos ilegais e que até o presidente Lula tivesse sido constrangido por Corrêa

O clima de desconfiança no Ministério da Justiça contaminou até o mais alto escalão. A certa altura das conversas, o chefe da pasta, Luiz Paulo Barreto, manifesta suspeita de que seu subordinado Luiz Fernando Corrêa, diretor-geral da Polícia Federal, o espione. Em inúmeras ocasiões, Barreto revelou a seus assessores não ter ascendência sobre Corrêa. O ministro chega a expressar em voz alta sua desconfiança de que o diretor da PF tem tanto poder que se dá ao luxo de decidir sobre inquéritos envolvendo pessoas da antessala do presidente da República. Um desses casos é relatado por Barreto em conversa no seu próprio gabinete, ocorrida em meados de maio. À sua chefe de gabinete, Gláucia de Paula, Barreto fala sobre o possível indiciamento de Gilberto Carvalho, braço direito do presidente Lula. Em 2008, a PF interceptou telefonemas em que o chefe de gabinete da Presidência conversava com o advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, um dos investigados na Operação Satiagraha, que prendeu o banqueiro Daniel Dantas.
Fotomontagem

Em um dos diálogos, o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto (à esq.), sua chefe de gabinete, Gláucia de Paula, e o então secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Júnior conversam sobre a origem do poder do diretor da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa — que teria conseguido, entre outras coisas, evitar o indiciamento de Gilberto Carvalho, chefe de gabinete do presidente Lula.
Gláucia de Paula
O Gilberto (Carvalho, chefe de gabinete da Presidência) foi indiciado? Ministro Luiz Paulo Barreto
O processo foi travado. Deu m... (...) O negócio do grampo. O Luiz Fernando falou pra não se preocupar.Gláucia de Paula
Tem certeza disso?Ministro Luiz Paulo Barreto
O ministro Márcio (Thomaz Bastos) que me contou isso. O Gilberto (Carvalho) me contou isso.
Tuma
Esse cara tem alguma coisa, não é possível (...).

O ministro, que diz ter tido conhecimento do indiciamento pelo próprio Gilberto Carvalho, revela que o diretor da PF promoveu uma encenação para iludi-lo, numa manobra para mostrar que seu poder emanava de fora da hierarquia do Ministério da Justiça. A conversa toma um rumo inesperado. Um dos interlocutores fica curioso para saber a fonte real de poder de Luiz Fernando, que lhe dá cobertura até para desafiar seu próprio chefe sem temor de represálias. “Ele deve ter alguma coisa...”, afirma. Procurado, Luiz Paulo Barreto informou que não comentaria nada antes de ter acesso ao áudio da conversa. Gilberto Carvalho negou que já tenha feito algum pedido a Pedro Abramovay, a mesma resposta de Dilma Rousseff. As conversas e sua vinda a público funcionam como o poder de limpeza da luz do sol sobre os porões. Elas são reveladoras da triste realidade vivida por instituições respeitadas quando passam a ser aparelhadas por integrantes de um projeto de poder.
Fotomontagem

O quartel-general da pré-campanha de Dilma Rousseff foi usado para espionar adversários. A mando de Luiz Lanzetta (à esq.), o ex-jornalista Amaury Ribeiro Jr. (abaixo) comprou a quebra do sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge (à dir.), e de aliados de José Serra

Outra demonstração disso surgiu na semana passada, quando a Polícia Federal forneceu a mais recente prova de quanto pode ser perniciosa a simbiose entre partido e governo. Na quarta-feira, depois de revelado que o ex-jornalista Amaury Ribeiro Jr., integrante do “grupo de inteligência” da campanha de Dilma, foi o responsável pela violação do sigilo fiscal de Eduardo Jorge e de outros integrantes do PSDB, o militante petista Lula, atualmente ocupando a Presidência da República, anunciou ao país que a PF faria revelações sobre o caso — antegozando o fato de que um delegado, devidamente brifado sobre o que deveria dizer, jogaria suspeitas das patifarias de Amaury Ribeiro sobre os ombros do PSDB. Mais uma vez, a feitiçaria dos petistas resultou em um tiro no próprio pé. Nunca aprendem que, uma vez aberta a caixa de Pandora, os fantasmas escapam e voam sem controle.
Em junho passado, VEJA revelou que o comitê de campanha de Dilma Rousseff arregimentou um grupo de arapongas para espionar o candidato José Serra, seus familiares e amigos. A tropa começou os trabalhos com o que considerava um grande trunfo, um dossiê intitulado “Operação Caribe”, produzido por Amaury e que narrava supostas transações financeiras de pessoas ligadas ao PSDB. As únicas peças do dossiê fajuto que não podiam ser lidas no Google haviam sido obtidas de forma preguiçosa e venal, compradas de bandidos com acesso a funcionários da Receita Federal — e pagas com dinheiro vivo. Os dados fiscais violados serviram de subsídio para o tal relatório que circulou no comitê de campanha. Como “previu” o militante petista que ora ocupa a Presidência da República, horas depois de sua entrevista apareceram as tais “novidades”. Um delegado anunciou que, com a identificação de Amaury, o caso estava encerrado, já que o ex-jornalista, ao violar o sigilo, ainda era funcionário do jornal O Estado de Minas, portanto não haveria nenhuma ligação com a campanha do PT. O delegado Alessandro Moretti foi o escolhido apenas para comunicar à nação as graves revelações obtidas pelo trabalho policial — formalmente ele não participou do inquérito. A lealdade no caso era mais vital do que o profissionalismo policial. Número dois na diretoria de Inteligência da PF, Moretti é produto direto do aparelhamento na Polícia Federal.


Enviando email: pericia-ricardo-molina-original

 

Intrigas de estado - Brasil - Notícia - VEJA.com

Intrigas de estado - Brasil - Notícia - VEJA.com

UM HISTÓRICO

Um vídeo histórico. Vale a pena assistir.

(Não importa o partido que esteja no poder: a Democracia deve sempre estar acima dos interesses partidários.)

http://www.youtube.com/watch_popup?v=6D6Ocm9xbgo&vq=large#t=304

 



Dilma não acredita em Deus

Lula diz que Serra mentiu sobre agressão no Rio e revolta o PSDB

Dilma acredita em Deus? Veja voce mesmo o que ela respondeu. E ainda ela acusa a oposição de calunia

Dilma acredita em Deus? Veja voce mesmo o que ela respondeu. E ainda ela acusa a oposição de calunia

Veja onde o PT aplica nossos impostos

Veja onde o PT aplica nossos impostos

Recordar é viver: O PT eo Plano Real

Recordar é viver: O PT eo Plano Real

Despachante admite ter recebido para intermediar esquema na Receita

Despachante admite ter recebido para intermediar esquema na Receita

Jornalista diz que dados fiscais foram copiados por deputado do PT

Jornalista diz que dados fiscais foram copiados por deputado do PT

Perito analisa suposta agressão a José Serra no Rio

Perito analisa suposta agressão a José Serra no Rio

Jornalista Amaury Ribeiro afirma à PF que coordenador de campanha de Dilma roubou dados sigilosos de tucanos

Jornalista Amaury Ribeiro afirma à PF que coordenador de campanha de Dilma roubou dados sigilosos de tucanos

Perito analisa suposta agressão a José Serra no Rio

Perito analisa suposta agressão a José Serra no Rio

Lula diz que Serra mentiu sobre agressão no Rio e revolta o PSDB

Lula diz que Serra mentiu sobre agressão no Rio e revolta o PSDB

Porque Não - Veja

REPASSANDO

Este pacote merece ser bem guardado. Vale a pena rever...

Dilma: porque não votar
 


Veja no site www.dilmaporquenaovotar.com.br quase duzentos artigos, videos, noticias que relatam motivos para não votar em Dilma. Mentiras, corrupção, afronta a liberdade de imprensa, intimidação, uso metodos que envergonham a todos. Abaixo alguns links de exemplos do que são capazes.
Veja, divulgue para seus amigos fazendo uma corrente em favor do Brasil e para que votem em Serra Presidente.
Veja mais abaixo link para sites que mostram exemplos do porque votar em José Serra.
Por um Brasil de Verdades.

 

PORQUE VOTAR EM JOSE SERRA

 

 


Verdadeira Dilma do PT e não a maquiada pelos marketeiros.

Verdadeira Dilma do PT e não a maquiada pelos marketeiros.

domingo, 24 de outubro de 2010

ESTADÃO - EDITORIAL - 25/09/2010

Editorial: O mal a evitar

25 de setembro de 2010
A acusação do presidente da República de que a Imprensa "se comporta como um partido político" é obviamente extensiva a este jornal. Lula, que tem o mau hábito de perder a compostura quando é contrariado, tem também todo o direito de não estar gostando da cobertura que o Estado, como quase todos os órgãos de imprensa, tem dado à escandalosa deterioração moral do governo que preside. E muito menos lhe serão agradáveis as opiniões sobre esse assunto diariamente manifestadas nesta página editorial. Mas ele está enganado. Há uma enorme diferença entre "se comportar como um partido político" e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste país.

Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.

Efetivamente, não bastasse o embuste do "nunca antes", agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder. É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tão grave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir. O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.

Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa - iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique - de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana. Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.

Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia - a começar pelo Congresso. E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o "cara". Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: "Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?" Este é o mal a evitar.

Texto publicado na seção "Notas e Informações" da edição de 26/09/2010



http://www.estadao.com.br/noticias/geral,editorial-o-mal-a-evitar,615255,0.htm


Secretário de Justiça fala sobre montagem de dossies

Secretário de Justiça do Ministerio e outros falam sobre montagem de dossies contra adversarios

PT e Gilberto Carvalho viram réus em ação sobre propina em Santo André

PT e Gilberto Carvalho viram réus em ação sobre propina em Santo André

Periscopio - Em 24/10/2010

Periscópio - Notas diárias de política e comportamento
Porto Alegre, 24 de outubro de 2010          
Ano IV - Nº 832          
www.EricoValduga.com.br
 
  DESTAQUE
24.10.2010
Política

"Não aguento mais receber pedidos da Dilma e do Gilberto Carvalho para fazer dossiês" (Pedro Abramovay, Secretário Nacional de Justiça)

Diálogos entre autoridades revelam que o Ministério da Justiça, o mais antigo e tradicional da República, recebeu e rechaçou pedidos de produção de dossiês contra adversários

Estamos a menos de uma semana das eleições e, como escreveu o correspondente Stuart Grudgings, da agência noticiosa Reuters, políticos e jornalistas correrão às bancas mais próximas para ver se será esta a edição de Veja que vai abalar a liderança de Dilma Rousseff nas pesquisas eleitorais. Embora a análise do funcionário da Reuters demonstre um total desconhecimento do que seja jornalismo, atividade em que os fatos fazem as notícias e não o contrário, ele acertou em seu diagnóstico a respeito da ansiedade que as capas de Veja provocam no meio político.

A reportagem que se vai ler a seguir não foge à regra. Ela revela, talvez da maneira mais clara até hoje, o tipo de governo produzido pela mentalidade petista de se apossar d o estado, aparelhá-lo e usá-lo em seu benefício partidário. Veja já havia demonstrado nas reportagens "O polvo no poder" e "A alegria do polvo" como a Casa Civil fora transformada em um balcão de negócios, em que maços de dinheiro vivo apareciam nas gavetas de escritórios a poucos metros da sala do presidente da República. A presente reportagem relata as tentativas ousadas de petistas de alto coturno de conspurcar um dos mais antigos e venerandos ministérios da República, o da Justiça.

É conhecido o desprezo que o PT nutre pelas instituições republicanas, mas o que se tentou no Ministério da Justiça, criado em 1822 por dom Pedro I, ultrapassa todas as fronteiras da decência. Em quase 200 anos de história, o ministério foi chefiado por homens da estatura de Rui Barbosa, Tancredo Neves e quatro futuros presidentes da República. O PT v iu na tradicional instituição apenas mais um aparelho a serviço de seu projeto de poder. Como ensina Franklin Martins, ministro da Supressão da Verdade, "às favas com a ética" quando ela interfere nos interesses políticos e partidários dos atuais donos do poder.

Veja teve acesso a conversas entre autoridades da pasta que revelam a dimensão do desprezo petista pelas instituições. Os diálogos mostram essas autoridades incomodadas com a natureza dos pedidos que vinham recebendo do Palácio do Planalto. Pelo que é falado, não se pode deduzir que o Ministério da Justiça, ao qual se subordina a Polícia Federal, cedeu integralmente às descabidas investidas palacianas. "Não aguento mais receber pedidos da Dilma e do Gilberto Carvalho para fazer dossiês. (...) Eu quase fui preso como um dos aloprados", disse Pedro Abramovay, secretário nacio nal de Justiça, em conversa com seu antecessor, Romeu Tuma Júnior.

Abramovay é considerado um servidor público exemplar, um "diamante da República", como a ele se referiu um ex-ministro. Aos 30 anos, chegou ao Ministério da Justiça no início do governo Lula pelas mãos do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos. A frase dele pode confirmar essa boa reputação, caso sua "canseira" tenha se limitado a receber pedidos e não a atender a eles. De toda forma, deveria ter denunciado as ordens impertinentes e nada republicanas de "produzir dossiês".

Mesmo um alto funcionário com excelente imagem não pode ficar ao mesmo tempo com a esmola e o santo. Em algumas passagens da conversa, Abramovay se mostra assustado diante das pressões externas e diz que pensa em deixar o governo. Não deixou. Existem momentos em que é preciso escolher. Antes de chegar ao ministério, ele trabalhou no gabinete da ex-prefeita Marta Suplicy, na liderança do PT no Senado e com o senador Aloizio Mercadante. Vem dessa etapa da carreira a explicação para a parte da frase em que ele diz "quase fui preso como um dos aloprados".

A frase nos leva de volta à campanha eleitoral de 2006, quando petistas foram presos em um hotel ao tentar comprar um dossiê falso contra José Serra. A seu interlocutor, Abramovay sugere ter participado do episódio e se arrependido, a ponto de temer pedidos semelhantes vindos agora do Palácio do Planalto. Ele disse que quase foi preso na época do escândalo e que, por isso, teve de se esconder para evitar problemas. "Deu 'bolo' a história do dossiê", comenta. Em pelo menos três ocasiões, Abramovay afirma que não está disposto a novamente agir de forma oficiosa. E justificou: "...os caras são irresponsáveis".

Os diálogos aos quais a reportagem teve acesso foram gravados legalmente e periciados para afastar a hipótese de manipulação. As ordens emanam do coração do governo — do chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, e da candidata a presidente, Dilma Rousseff. A conversa mais longa durou cinquenta minutos e aconteceu em janeiro deste ano, no gabinete do então secretário nacional de Justiça e antecessor de Abramovay no cargo, Romeu Tuma Júnior.

Os interlocutores discutem a sucessão do ex-ministro Tarso Genro. Ao comentar sobre o próprio futuro, Abramovay revela o desejo de trabalhar na ONU. Em tom de desabafo, o advogado afirmava que já não conseguia conviver com a pressão. Segundo ele, a situação só ia piorar com a nomeação para o cargo de Luiz Paulo Barreto, então secretário executi vo, pela falta de força política do novo ministro, funcionário de carreira da pasta, em que também angariou excelente reputação. "Isso (o cargo de ministro) é maior que o Luiz Paulo. (...) Agora eles vão pedir... para mim... pedir para a Polícia (Federal)", desabafou.

Procurado por Veja, Abramovay disse: "Nunca recebi pedido algum para fazer dossiês, nunca participei de nenhum suposto grupo de inteligência da campanha da candidata Dilma Rousseff e nunca tive de me esconder — ao contrário, desde 2003 sempre exerci funções públicas". Romeu Tuma Júnior, seu interlocutor, porém, confirmou integralmente o teor das conversas: "O Pedro reclamou várias vezes que estava preocupado com as missões que recebia do Planalto. Ele me disse que recebia pedidos de Dilma e do Gilberto para levantar coisas contra quem atravessava o caminho do governo̶ 1;.

Acrescentou Tuma: "Há um jogo pesado de interesses escusos. Para atingir determinados alvos, lança-se mão, inclusive, de métodos ilegais de investigação. Ou você faz o que lhe é pedido sem questionar, ou passa a ser perseguido. Foi o que aconteceu comigo", afirma o ex-secretário, que deixou a pasta em junho, depois que vieram a público denúncias de que teria relacionamento com a máfia chinesa. Tuma Júnior atribui a investigação contra si — formalmente arquivada por falta de provas — a uma tentativa de intimidação por parte de pessoas que tiveram seus interesses contrariados. Ele não quis revelar quais seriam esses interesses: "Mas posso assegurar que está tudo devidamente documentado". (Por Gustavo Ribeiro, em Veja.com, 23-10-2010)

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Programa de Propaganda de Dilma Rousseff - 24/10/2010 (à tarde)

Programa de Propaganda de José Serra - 24/10/2010 (à tarde)

ISTO É...


Em gravação, Secretario de Justiça Diz Que Dilma e pediam Carvalho Dossiês
revelados "Revista Veja" aconteceram Pela Diálogos Durante Encontro de Pedro Abramovay Seu antecessor Carga e MEV, Romeu Tuma Jr.
24 de Outubro de 2010
O Estado de S. Paulo
Conversas gravadas Dentro do Gabinete da Secretaria Nacional de Justiça, nao Início do Ano, sugerem Que partiram do Planalto Determinações Pará hum quê Própria secretaria produzisse Dossiês "Quem contra atravessava o Caminho do Governo".
FORAM Os Diálogos revelados Junto Pela Revista Veja - FORAM E "gravados legalmente e periciados Parágrafo afastar UMA Hipótese de Manipulação ", Segundo o Texto. A principal Dessas Conversas Janeiro in Aconteceu, Num Encontro de Cerca De 50 Minutos Entre o Secretario Nacional de Justiça, Pedro Abramovay, Seu antecessor e SEM Carga, Romeu Tuma Jr. "Nao aguento Mais receber Pedidos de Dilma e do Gilberto Carvalho Dossiês n º Fazer ", desabafou Abramovay. "Eu Quase Fui Preso UM DOS Como aloprados".
Os Dois discutiam, NA OCASIÃO, Uma saida Fazer entao Ministro da Justiça, Tarso Genro - deixava Que par de Brasília se candidatar AO Governo do Rio Grande do Sul - Como Seria avaliavam UMA Gestão do Seu, sucessor Luiz Paulo Barreto. E Prevendo Como Que pressões Aumentar iriam, UMA Barreto Seria Figura Uptime PORQUE par o posto, Abramovay confidenciou AO amigo Que estava in Pensando abandonar o Carga.
Na Reportagem, Veja informa Que UMA candidata Dilma Rousseff, o Chefe de Gabinete da Presidencia, Gilberto Carvalho, e Pedro Abramovay negaram Tudo. "Nunca recebi Pedido Sândalo Dossiês Fazer Pará, Nunca participei de softwares Antigos suposto Grupo de Inteligência da candidata Dilma Rousseff e Nunca tiva de me esconder - ao contrario, semper desde 2003 exerci funções Públicas ", Disse Abramovay à revista.
Nao da Tarde final de Junto, divulgou nota in Elementos nega ter Que "peremptoriamente" Recebido Autoridade de QUALQUÉR do Governo Lula, n º confeccionar Pedidos OU NA ajudar Montagem de Dossiês. Em seguida, levantou Dúvida Sobre a Origem eA Legalidade das Conversas gravadas.
A Reportagem de VEJA de nao ocorreram Explica Que MoDo Como Gravações de abstenções tratavam Que, Quem se dirigiam contra UO, solicitados Dossiês OS. A revista Pondera, Ainda, Que nao HÁ Como saber se os tais Ordens OS FORAM OS levadas avante Pelo Ministério da Justiça .
Nao entanto, o interlocutor de Pedro Abramovay, Romeu Tuma Jr., confirmou ter ouvido Seu desabafo e Disse Que Aquela nao tinha Sido UMA Única in Vez Que o Secretario da Justiça o Fazia.
Missões. "Ó Pedro reclamou varias Vezes Que estava preocupado com Como Que recebia Missões do Planalto. marca marca marca Ele realmente me Disse Que recebia Pedidos da Dilma e do Parágrafo Levantar Coisas Gilberto Quem contra atravessava o Caminho do Governo ", afirmou Tuma Jr. à Revista.
O delegado, deixou secretaria UMA Que sem Passado, FOI «« «Além Junho: UM Jogo de Interesses Pesado. HA escusos "Alvos atingir determinado Pará, lança-se mao, inclusive, de MÉTODOS Ilegais de Investigação questionar SEM. Ou VOCÊ FAZ O Que Pedido e, OU Passa perseguido Serviços da UM. FOi o Que Aconteceu Comigo".
Na conversa Entre Dois OS, Abramovay -se assustado com pressões hum. mostrava Disse Estar Arrependido de ter participado do Episódio dos aloprados e pensava deixar o Governo Dentro "Quase Fui Preso ª Época dos aloprados", admitiu. O caso - Tentativa de DOSSIÊ Que hum comprometesse Comprar Como candidaturas de Geraldo Alckmin à Presidencia e José Serra AO Governo paulista - ocorreu in Setembro de 2006, vésperas Como Fazer Primeiro turno presidencial.
«« «Além dos temores QUANTO AO Futuro, o secretario de Justiça fez COMENTÁRIOS Sobre o Grande Poder EA Autonomia de Movimentos do Chefe da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa. Contou Que nao estava disposto in hum Novas Missões trabalhar de forma oficiosa. "Os Caras São irresponsáveis ", comentou.
"Autônoma". Junto Ainda, o Ministério da Justiça divulgou nota in Que esclarece Que "a Polícia Federal e hierarquicamente subordinada AO Ministério, in MAS Autônoma Relação Às SUAS Investigações". Por ISSO, "nao interfere NSA OU CONCLUSÕES Inquéritos da PF", Cuja e Condução Própria Tarefa Dela ", soluço Critérios Técnicos e Republicanos". Diz Ainda UMA nota Que o Ministério "Qualquer Jamais recebeu solicitação com EAo Relação dos rumos Inquéritos da Polícia Federal, Que sejam quaisquer".


ISTO É SÓ MAIS UMA
ISTO É LULA
ISTO E DILMA
ISTO PT