sábado, 25 de dezembro de 2010

MULHERES. CARREIRA E FILHOS



Pesquisa diz que mulheres não conciliam carreira e família


De acordo com pesquisa, não é possível ter êxito na carreira profissional sem deixar a família de lado
Foto: Getty Images
Michelle Achkar
As discussões sobre como conduzir trabalho e família são tema da vida de qualquer mulher que enfrenta a tal jornada dupla. Pois uma pesquisa vem jogar água fria na possibilidade de conciliar as duas tarefas, pelo menos se o objetivo for conquistar altos postos na carreira.
Um estudo realizado pelo London School of Economics aponta que para conquistar seu espaço nas empresas ou negócios, as mulheres acabam passando muito pouco tempo com suas famílias. A pesquisadora Catherine Hakim concluiu que as representantes do sexo feminino na situação acabam tendo "famílias nominais".
A pesquisadora aponta que não houve evolução no campo social que ajudasse as mulheres a superar dificuldades como jornadas de trabalho flexíveis, incluindo horários alternativos para os pais ¿ para que pudessem dividir o cuidado com os filhos.
Metade das mulheres em posição de comando na Inglaterra não tem filhos e a partir dos 30 anos as mulheres com filhos passam a ganhar menos do que os homens. Entre essas últimas, a maioria tem apenas um filho e delega o cuidado do mesmo a uma profissional.
O estudo ressalta que não há diferenças nos quesitos de competência ou qualidades para o sucesso entre homens e mulheres.

DESTITUIDO BRASILEIRO DO HAITI

Brasileiro é destituído de missão da OEA no Haiti, diz fonte
25 de dezembro de 2010 • 18h00 • atualizado às 19h17



A Organização dos Estados Americanos (OEA) destituiu seu representante especial no Haiti, o brasileiro Ricardo Seitenfus, informou neste sábado à agência Efe uma fonte diplomática, que pediu para não ser identificada. Procurado pelo Terra, Seitenfus disse que não foi comunicado oficialmente sobre a decisão e preferiu não comentar enquanto não receber a confirmação oficial.

A destituição teria ocorrido após a publicação no jornal suíço Le Temps de algumas declarações atribuídas ao diplomata nas quais questiona o papel da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah), presente no país desde 2004, e a política da comunidade internacional para a nação caribenha.

Seitenfus afirmou na entrevista, divulgada no último dia 20, que a ONU impôs a presença de suas tropas no Haiti apesar de o país não viver uma situação de guerra civil. "O Haiti não é uma ameaça internacional. Não estamos em situação de guerra civil. O Haiti não é nem o Iraque nem o Afeganistão. E, no entanto, o Conselho de Segurança (da ONU), diante da falta de alternativa, impôs a presença dos capacetes azuis desde 2004, após a saída do presidente (Jean-Bertrand Aristide)", afirmou o brasileiro ao periódico.

O diplomata, que prevê terminar seu mandato nos próximos meses, também disse na entrevista que o país caribenho, "no cenário internacional, paga essencialmente pela grande proximidade com os Estados Unidos. O Haiti foi objeto de uma atenção negativa por parte do sistema internacional. Trata-se, para a ONU, de congelar o poder e de transformar os haitianos em prisioneiros de sua própria ilha. Os haitianos cometeram o inaceitável em 1804 (ano de sua independência): um crime de lesada altivez para um mundo inquieto. O Ocidente foi, então, um mundo colonialista, escravista e racista que baseia sua riqueza na exploração de terras conquistadas. Então, o modelo revolucionário haitiano deu medo às grandes potências", afirmou.

Seitenfus analisou também o papel das ONG no Haiti, em particular após o terremoto de 12 de janeiro, e disse que "a idade dos voluntários que chegaram depois do terremoto é muito baixa. Desembarcaram no Haiti sem experiência alguma. Depois do terremoto, a qualidade profissional caiu muito. Existe uma relação maléfica e perversa entre a força das ONG e a debilidade do Estado haitiano", disse.

Além da responsabilidade no Haiti, Seitenfus é o delegado da OEA perante a Comissão Interina para a Reconstrução do Haiti (CIRH).

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4860053-EI306,00-Brasileiro+e+destituido+de+missao+da+OEA+no+Haiti+diz+fonte.html


sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

MORTE DE QUÉRCIA

A morte de Orestes Quércia. Ou: o homem e as circunstâncias de um país

Interrompo o meu descanso para deixar registrada a morte de Orestes Quércia, ex-governador de São Paulo. Estava internado no Hospital Sírio-Libanês desde o dia 18 de novembro para se tratar de um câncer na próstata, doença que teve recidiva 10 anos depois da primeira manifestação. Quércia já foi vereador, prefeito de Campinas, senador, deputado estadual, vice-governador e governador de São Paulo entre 1987 a 1991. Neste ano, chegou a lançar a sua candidatura ao Senado, despontando com um dos favoritos, mas renunciou em favor de Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) para tratar da saúde.

Os mais moços talvez o ignorem, então eu procedo aqui a um misto de história e memória. Em 1974, eu tinha 13 anos e começava, sabe-se lá por artes de que destino que se vai desenhando nas sombras de nossa vida, a me interessar por política. Um dia, fui comprar óleo de litro para a minha mãe — o produto chegava em grandes tambores, de onde era tirado por um pistão; óleo em lata era coisa de rico… —, e a parede da venda (assim chamávamos os armazéns de periferia) estava pichada: "Povo armado derruba a ditadura". Que diabos queria dizer aquilo mesmo? Procurei saber. Menos de dois anos depois, estava metido num grupo de influência trotskista, de que um padre (!!!) era um dos chefes. Por que isso?

O ano de 1974 marca a primeira grande derrota do regime militar. —E NÃO ERA PELAS ARMAS. A crise do petróleo, de 1973, trouxe junto a inflação e o desgaste do governo. Essa patuscada nacionalista do governo Lula é repeteco daquele período; hoje, é o pré-sal; em 1970, foi a adoção das 200 milhas ao mar territorial brasileiro. Houve até uma música que marcou o período, que fez imenso sucesso da voz de Eliana Pittman. Antes de Lula culpar as pessoas "de olhos azuis" pela crise de 2009, o país já havia mandando os "pescadores de olhos verdes" pescar em outras águas. Leiam:

Esse mar é meu,
Leva seu barco pra lá desse mar.
Esse mar é meu,
Leva seu barco pra lá.
Vá jogar a sua rede das 200 para lá.
Pescador dos olhos verdes,
Vá pescar em outro lugar.

Esse mar é meu,
Leva seu barco pra lá desse mar.
Esse mar é meu,
Leva seu barco pra lá.
E o barquinho vai,
O nome de cabocleira
Vai puxando a sua rede
Da vontade de cantar.

Tem rede amarela e verde
No verde azul desse mar.
Esse mar é meu,
Leva seu barco pra lá desse mar.
Esse mar é meu,
Leva seu barco pra lá.

Obrigado seu Doutor pelo acontecimento,
Vai ter peixe, camarão,
Lagosta, que só Deus dá
Pego bem a sua idéia,
Peixe é bom pro pensamento.
E, a partir desse momento,
Meu povo vai pensar.

Esse mar é meu
Leva seu barco pra lá desse mar
Esse mar é meu
Leva seu barco pra lá

A crise do petróleo desconcertou e desconsertou a "poesia" do Brasil potência. Em 1974, disputaram-se 21 vagas para o Senado Federal. O MDB, partido oficial da oposição,  fez 16; a Arena, a legenda do regime, apenas 5. Orestes Quércia, aos 36 anos, elegia-se por São Paulo, então, o mais jovem senador do país, desbancando um nomão da política do Estado, o ex-governador Carvalho Pinto. Fazia o estilo "bonitão do interior". Com suas grandes costeletas, muito influentes à época, ar de bom moço, era o preferido das avós, mães e tias: um oposicionista com cara de rapaz de família. Elegeram-se, naquela safra, Paulo Brossard (RS), José Richa (PR), Mauro Benevides (CE), entre outros.

Dez anos depois da deposição de João Goulart, o regime recebia um sinal. Ernesto Geisel, que estava no poder havia menos de um ano, percebeu que era hora de começar a articular uma transição lentíssima e seguríssima. Em abril de 1977, o presidente fecha o Congresso e impõe uma espécie de miniconstituinte para blindar o governo de uma derrota certa nas eleições de 1978: cria os chamados senadores biônicos. Um terço do Senado seria, como foi, na prática, indicado por Geisel. É com este Congresso sob controle que Geisel dá início à política de abertura e que se acolhe, por exemplo, a Lei da Anistia, que seria aprovada em 1979. Começava, então, a transição para a democracia.

Faço um pouco de história factual, com algum apelo à mentalidade do período, para deixar registrado que Quércia, de biografia controversa, para dizer pouco, teve papel importante na construção da democracia no Brasil. O fortalecimento do MDB em São Paulo foi fundamental para enfraquecer o regime. O partido reelege Franco Montoro senador em 1978, tendo FHC como candidato da sublegenda. Em 1982, Montoro faz-se governador em eleições diretas, tendo Quércia como vice. O apoio de São Paulo ao movimento em favor das Diretas Já, em 1984, trouxe a certeza de que a democracia era inevitável. Em 1986, Quércia era eleito governador do estado.

A outra face da moeda
No governo, Quércia se caracterizou por ser um tocador de obras, dando especial atenção ao interior do Estado. De tal sorte tomou conta do já então PMDB que uma fração do partido, em São Paulo, decidiu se desligar da legenda para fundar o PSDB. Embora estivesse sem exercer cargo público desde 1991, o ex-governador continuou como a grande liderança do PMDB do Estado.

Embora político desde a juventude, Quércia se tornou um empresário de sucesso, atuando em múltiplas áreas, inclusive comunicação. As muitas acusações de corrupção  — sem condenação nenhuma, diga-se — e a suspeita de enriquecimento ilícito dificultaram a sua carreira. Encerrado o seu mandato de governador,  tentou, sem sucesso, a Presidência da República em 1994, o governo do Estado em 1998 e 2006 e o Senado em 2002, o que fez de novo em 2010 — estava entre os favoritos quando renunciou para tratar da saúde.

O homem que teve um papel sem dúvida importante no processo de redemocratização — não se conhece um só flerte seu com teses autoritárias — deixou, no entanto, um passivo ético considerável, o que, e aqui entram a história e suas ironias, serviu de bandeira para a luta do PT de São Paulo, que tinha Lula como a sua maior expressão e José Dirceu como o seu grande operador. Enquanto Quércia deu as cartas na política paulista, os petistas foram seus algozes implacáveis. A atuação do partido contribuiu de modo definitivo para liquidar as chances eleitorais do político que surpreendeu o regime militar em 1974.

O que a história e suas ironias nos mostram? Morreu na manhã deste 24 de dezembro de 2010 um amador nas artes em que o PT se tornou especialista juramentado — e, nesse particular, nem um nem outro merecem perdão. Quércia, ao menos, nunca flertou com teses autoritárias. O mesmo não se pode dizer sobre os petistas.

Por Reinaldo Azevedo

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

OS CADETES DE ONTEM OS SAÚDAM

 

 

CADETES DE HOJE, OS CADETES DE ONTEM OS SAÚDAM !

Ao analisarmos o contexto em que se deu a contra-revolução de Abril de 1964, quando as Forças Armadas impediram a tomada do poder pelos comunistas e aniquilaram as guerrilhas urbana e rural, e a gravidade do que ocorre em nossos dias, veremos fatos similares, diferentes ou inexistentes em uma ou outra das ocasiões enfocadas. O quadro de fundo é o mesmo: a tomada do poder para a instalação de uma ditadura marxista, na contramão do que ocorre na maior parte do mundo. No passado, o instrumental teórico era o marxista-leninista, levando à práxis fundada, principalmente, em meios violentos, incluso a luta armada para a conquista do Poder. Hoje, temos insidioso processo revolucionário de tomada de poder, mais refinado, inteligentemente planejado, que é o marxismo-gramscista. Assim, aparelharam o governo e o Estado. Domesticaram o Legislativo e o Judiciário. Buscam o senso comum modificado da sociedade civil, por meio de longa transformação psicológica, dos valores tradicionais e da herança cultural (intelectual e moral ), tornando as pessoas, principalmente as classes subalternas, abertas às transformações políticas, econômicas e sociais, necessárias ao advento do socialismo-marxista. É o que vemos levado a efeito pelos mais altos governantes do País: A banalização da omissão, da corrupção, da impunidade, da falta de compostura, da indiferença às leis e do uso freqüente da mentira; não mostram o que realmente pensam, mas discursam para platéias diferentes, colocando exatamente o que essas querem ouvir, buscando os próprios interesses. Quando expostos pela prática de fatos desabonadores e até mesmo criminosos, evitam a discussão argumentada, negam descaradamente, não assumem claras responsabilidades, deturpam fatos, criam versões que vendem como verdades e, ao mesmo tempo, se valem do denegrimento dos oponentes. Apóiam-se no que criaram: o politicamente correto. Criaram linguajar complicado cujo sinistro significado somente eles entendem. Dividem para melhor dominar. Exploram a miséria e incitam o racismo. Jogam ricos contra pobres, negros contra brancos, trabalhadores contra patrões, civis contra militares. Esgarçam o tecido social, cortando os seus liames. Transformaram militares cumpridores dos seus deveres legais em bandidos; Subversivos assassinos em abnegados democratas. Não prestigiam os símbolos pátrios e os nossos verdadeiros heróis. Idolatram os traidores da Pátria como mariguela, prestes, joão amazonas, lamarca ou criminosos importados como stalin, mao, guevara e fidel castro ( a quem beijam a mão e choram nos seus ombros ), entre outros. Manipulam politicamente a massa ignorante e carente, criando currais eleitorais sob a denominação de Rede de Proteção Social. Diferentemente de 64, somente agora, parcelas da Imprensa e da intelectualidade descobriram, ainda que timidamente, que estamos em meio a adiantado processo revolucionário marxista-gramscista. Vêm liberdades ameaçadas, caso a marxista guerrilheira, Dilma, violenta e autoritária, vendida, por marqueteiros criminosos, como a futura Mãe dos pobres, seja eleita e o PT, o PMDB e coligados façam a maioria da Câmara e do Senado, maioria de governadores e de prefeitos. A oposição política sem bandeiras, sem lideranças compatíveis com o momento, sem credibilidade e sem votos, está aniquilada. Diferentemente de 64, há grande parte da população alienada ou tornada dependente do atual governo populista. A atuação das centrais sindicais e dos movimentos sociais rurais, principalmente o MST, pode, a qualquer momento, paralisar o País. Diferentemente de 64, a politização das Forças Armadas se dá serenamente por meio do Ministério da Defesa, reorganizado em estrutura e funções, entregue a civis, sendo considerado parte da quota política do PMDB, pelo Presidente da República, segundo os jornais A influência política dos mais altos chefes militares torna-se minimizada. Diferentemente, em 64, a maioria da população renegava o comunismo. O Gen Castello Branco, então Chefe do Estado Maior do Exército, afirmou que não se tratava mais da escolha entre a preservação da democracia e a ação revolucionária, pois, a democracia estava sendo destruída pela “superversão” (subversão apoiada pelo Executivo). Estabeleceu o princípio de que a lealdade constitucional das FA deve se aplicar a dar apoio ao governo constituído e não necessariamente a um dos poderes do governo, se este se propõe a destruir o equilíbrio constitucional. 

Sem dúvida, estamos em situação pior do que em 64. Há alguma esperança ? Creio que sim. E ela está representada por simbólica mensagem, enviada pelos cadetes da Academia das Agulhas Negras, que se formam este ano. Vamos interpretá-la: Embora num Exército diferente dos anteriores pela modernidade do material, carregamos o legado daqueles que nos precederam e nos formaram. Carregamos, dentro de cada um de nós, valores imutáveis e a tradição de bem servir à Pátria. Ontem como hoje, em espírito, o Exército é um só. Escolhemos como patrono de nossa turma ninguém mais do que o patriota e insigne brasileiro General Emílio Garrastazu Médici !

Cadetes de hoje, os Cadetes de ontem os saúdam !

 

Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS, 02 de dezembro de 2010.

 

SCROOGE ERA ESQUERDISTA




O avarento Scrooge era esquerdista

Mesmo em se tratando de instituições de caridade puramente seculares, os conservadores cristãos doam mais do que os outros americanos, o que é de surpreender, pois os esquerdistas se consideram especialistas em "entidades de caridade".

É época de Natal. Por isso, os esquerdistas, que não querem nada com Deus, estão citando a Bíblia para exigir a redistribuição de renda mediante força governamental. Jesus não disse "Bem-aventurados os burocratas da assistência social do governo, pois dos tais é o reino dos céus"?

Os esquerdistas estão sempre indignados e acusando os conservadores de afirmar que Deus está do nosso lado. O que de fato dizemos é: Estamos do lado de Deus, principalmente quando os esquerdistas estão exigindo que Deus seja banido das escolas públicas, querem impor leis de aborto legal irrestrito e exigem que o dinheiro do imposto dos trabalhadores seja gasto em "obras de arte" como quadros de Jesus submersos em jarro de urina ou quadros da Virgem Maria cobertos de fotos pornográficas.


Mas para esquerdistas como Al Franken, não há a menor dúvida de que Jesus apoiaria um aumento no seguro-desemprego federal.


Isso não tem nada a ver com a Bíblia, mas ilustra bem o que Shakespeare quis dizer quando disse que o "diabo pode recitar a Bíblia para atingir seus propósitos".


O que a Bíblia diz sobre fazer doação para os pobres é: "Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.". (2 Coríntios 9:7 NVI)


Mas ser forçado a pagar impostos sob a pena de ir para a cadeia não é algo voluntário e raramente é algo feito com alegria. Além disso, nossos impostos não vão para "os pobres". Em grande parte, nossos impostos vão para funcionários governamentais que ganham mais dinheiro do que você ganha trabalhando.


As razões por que os esquerdistas adoram o governo redistribuindo dinheiro é que as políticas de redistribuição permitem que eles passem por cima da parte da caridade que envolve abrir o próprio bolso e entregar o próprio dinheiro. Conforme sabemos a partir de estudo após estudo, eles não aguentam fazer isso - a menos que lhes sejam garantidas entrevistas coletivas à imprensa onde eles possam se gabar de sua generosidade.

Arthur Brooks, professor da Universidade de Syracuse, fez um estudo sobre doações para entidades filantrópicas nos EUA. O estudo revelou que os conservadores doam 30 por cento a mais para instituições de caridade do que doam os esquerdistas, apesar do fato de que os esquerdistas têm rendas mais elevadas do que os conservadores.


Em seu livro "Who Really Cares?" (Quem realmente se importa?), Brooks comparou as doações de caridade de quatro grupos: conservadores cristãos, esquerdistas seculares, conservadores seculares e esquerdistas "cristãos".


A conclusão surpreendente dele foi que... o esquerdista Al Franken foi o homem que mais fez doações!

Ha, ha! Só estou brincando. Os conservadores cristãos, o maior grupo (perfazendo uns 20 por cento da população), foram os que mais fizeram doações para as instituições de caridade - 2.367 dólares por ano, em comparação com 1.347 dólares para os EUA em geral.


Mesmo em se tratando de instituições de caridade puramente seculares, os conservadores cristãos doam mais do que os outros americanos, o que é de surpreender, pois os esquerdistas se consideram especialistas em "entidades de caridade" que lhes dão um benefício direto, tal como balé ou as escolas particulares de elite para seus filhos.


Aliás, os cristãos, diz Brooks, "fazem mais caridade em todos os aspectos não religiosos que dá para se medir".


Brooks revelou que os conservadores doam mais em tempo, serviços e até sangue do que os outros americanos, notando que se os esquerdistas e moderados doassem tanto sangue quanto os conservadores doam, o abastecimento de sangue aumentaria em cerca de 50 por cento.


Deviam estabelecer bancos de sangue nas reuniões do movimento conservador Tea Party.


Em média, uma pessoa que frequenta cultos cristãos e não crê na redistribuição de renda doará 100 vezes mais - e 50 vezes mais para instituições seculares de caridade - do que uma pessoa que não frequenta cultos cristãos e crê fortemente na redistribuição de renda.


Os esquerdistas seculares, o segundo maior grupo (perfazendo 10 por cento da população), foram os mais brancos e ricos dos quatro grupos. (Alguns de vocês talvez os conheçam também como os "insuportáveis alardeadores".) Esses "mesquinhos de bom coração", como os chama Nicholas Kristof, colunista do jornal esquerdista New York Times, foram os mais sovinas, logo atrás dos conservadores seculares, que são caras brancos em grande parte jovens, pobres e excêntricos.


Apesar de sua riqueza e vantagens, os esquerdistas seculares fazem doações para entidades de caridade a uma taxa de 9 por cento menos do que todos os americanos e 19 por cento menos do que os conservadores cristãos. Eles tinham também "consideravelmente menos probabilidade do que a média da população de devolverem troco a mais lhes dado por engano por um caixa de loja". (Ao atender a deputada esquerdista Nancy Pelosi numa loja, conte o troco com todo cuidado!)


Contudo, os esquerdistas seculares têm 90 por cento mais de probabilidade de dar discursos santarrões no Senado exigindo a redistribuição forçada de renda. (Essa exigência subiu 7 por cento desde o ano passado!)

Examinaremos esquerdistas específicos na próxima semana.


É desnecessário dizer que os "esquerdistas cristãos" perfizeram o menor grupo (cerca de 6 da população).


O que é interessante é os esquerdistas cristãos foram também o "grupo mais confuso" de todos. Composto em grande parte de negros e unitaristas, os esquerdistas cristãos alegam que fazem quase tantas doações de caridade quanto os conservadores cristãos, mas a suposição é que os unitaristas são os responsáveis pelos números baixos deles, tornando-os o segundo colocado em doações para instituições de caridade.

Brooks escreveu que ele ficou chocado com suas conclusões, pois ele cria que os esquerdistas "genuinamente se importavam mais com os outros do que os conservadores se importavam" - provavelmente porque os esquerdistas estão sempre nos dizendo isso.


Por isso, ele refez os cálculos e coletou mais dados, mas os resultados que vinham eram sempre os mesmos. "No fim", diz ele, "não tive opção senão mudar minha perspectiva".


Cada segundo estudo sobre o assunto produziu resultados semelhantes. Aliás, um estudo sobre filantropia no Google revelou uma disparidade ainda maior, com conservadores fazendo 50 por cento mais doações do que os esquerdistas. O estudo do Google mostrou que os esquerdistas fizeram mais doações para causas seculares em geral, mas os conservadores ainda fizeram mais doações conforme a percentagem de suas rendas.


O Índice de Ajuda Humanitária analisou uma década de declarações estaduais e federais do imposto de renda e constatou que as regiões conservadoras eram muito mais generosas do que as regiões esquerdistas, com a percentagem mais elevada dos pães duros vivendo na região esquerdista do Nordeste dos EUA.


Em seu livro "Intellectuals" (Intelectuais), Paul Johnson cita Pablo Picasso debochando da ideia de que ele faria doações às pessoas que estão em necessidade. "Temo que você entendeu errado", explica Picasso, "somos socialistas. Não fingimos ser cristãos".


Feliz Natal a todos, tanto para avarentos esquerdistas quanto para cristãos generosos!

Comentários 

1 - Quando deres esmola, não veja a tua mão esquerda, o que faz a direita... Ou seja, não faça da filantropia uma vitrine, um trampolim para seus objetivos avarentos. Pelo menos pra mim, é impossível ler esse artigo e não lembrar do que fez o presidente Luís Inácio: Ele tirou uma TELEFÔNICA das mãos dos ricos, e a DEU a seu FILHO. Esse artigo é a CARA da nossa DECADENTE esquerda nacional, os BANDIDOS do PT adoram fazer PILANTROPIA, mas com o dinheiro público, e geralmente as "DOAÇÕES" são para eles mesmos, ou para "ONG's" ligadas ao partido
2 - Se esse estudo do professor Arthur Brooks fosse realizado no Brasil, os resultados seriam parecidos ou até mais reveladores. Sempre fiquei muito curioso de saber qual era o perfil ideológico dos doadores da badalada Campanha Contra a Fome liderada pelo comunista hemofílico aidético Herbert de Sousa, vulgo "Betinho". No entanto, como bem mostra o artigo, é de se esperar que o grosso das doações sempre parta de pessoas que professam alguma religião ou daquelas acostumadas a fazer benemerência impulsionadas por um ato de amor. Acredito que nunca, e em tempo algum, um comunista convicto faça qualquer doação para amenizar o sofrimento dos pobres. A doutrina é outra: Quanto pior melhor. Quanto mais choro e ranger de dentes melhor para instigar o ódio de classe e acender o estopim da revolução.
3 - Para a origem do natal na verdade eu conheço várias teorias,comércio,exaltação do deus sol,o fato é que Jesus Cristo nos deixou bem claro os mandamentos:"amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo",ja cheguei a achar o natal uma grande farsa(mesmo que seja) é uma ótima data para demonstrar o amor entre as pessoas e não somente pelos presentes,mais aproxima as pessoas umas das outras nesse mundo que cada pessoa esta a milhas da outra,que ninguém tem compaixão de ninguém.
O comércio ganha?Sim óbvio mais se um presente é comprado para demonstrar o amor de uma pessoa para outra seria como Jesus curando aos sábados.Deus me perdoe se estou cometendo um pecado falando isso,mais bem sabemos que acima de tudo,dos presentes,festas,esta o amor,vai da intenção de cada um.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

WIKILEAKS OS PETISTAS

WikiLeaks diz que Zé Dirceu admitiu uso de caixa 2 e revela críticas pesadas a Tarso Genro

Desta vez o site Wikileaks pegou pesado com o governo Lula e do PT, revelando confidências que o ex-ministro José Dirceu fez a diplomatas americanos, nos quais faz críticas a Lula ("Ele não é grande coisa", disse o subchefe do Mensalão) e também ao novo governador do RS, Tarso Genro, e ao deputado José Genoíno. O ex-ministro admitiu ter usado caixa 2 na sua própria campanha, além de admitir que o próprio Lula fez uso de dinheiro sujo na sua primeira eleição.

. O material está no jonsl O Globo desta segunda-feira. Eis o relato de WikiLeaks:

O petista admitiu "que as lideranças do PT pós-2002 vieram com um esquema ilegal de financiamento 'louco e perverso' que está no centro das investigações correntes como resposta às pressões dos pequenos e mercenários partidos aliados, PTB, PL e PP, e da campanha de 2002 do marqueteiro Duda Mendonça", escreveu o embaixador John Danilovich, em telegrama ao Departamento de Estado em 19 de agosto de 2005, ao escândalo do mensalão. O documento foi divulgado ao GLOBO pelo grupo WikiLeaks.

Segundo Danilovich, Dirceu era personagem "quente demais" para que fosse visitado por uma missão oficial. Por isso, a visita a seu apartamento em Brasília foi feita pelo assessor especial William Perry, a quem Dirceu já conhecia havia anos. Os dois se encontraram para um café da manhã em 17 de agosto.
A Perry, Dirceu falou mal do ex-presidente do partido, o deputado José Genoino, e do governador eleito do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, que assumira a presidência interina do PT em meio à crise do mensalão


http://polibiobraga.blogspot.com/2010/12/wikileaks-diz-que-ze-dirceu-admitiu-uso.html

REFORMAS

E as reformas ficaram para Dilma

No primeiro discurso depois da posse, o presidente Lula afirmou, no Planalto, que "nenhum momento difícil" o impediria de fazer "as reformas que o povo brasileiro precisa". Oito anos depois, ele descerá a rampa do palácio longe de cumprir a promessa. Deixará para a sucessora, Dilma Rousseff, o desafio de fazer as reformas política, previdenciária, tributária e trabalhista. O programa que levou o PT ao poder, em 2002, foi esquecido. Do financiamento público de campanhas ao fim da guerra fiscal, quase todas propostas ficaram na gaveta. As iniciativas esbarraram em lobbies contrários, na desarticulação dos aliados e na falta de vontade política do próprio presidente. A avaliação de aliados é que o escândalo do mensalão, em 2005, selou o abandono das mudanças. O deputado Maurício Rands (PT-PE), vê o episódio como decisivo: "A crise do mensalão estagnou o curso das reformas. Depois disso, a oposição se radicalizou e o governo canalizou toda a energia política para se defender".


http://www.blogalvarodias.com/2010/12/e-as-reformas-ficaram-para-dilma/


domingo, 19 de dezembro de 2010

DEMOCRACIA HACKEADA


DEMOCRACIA HACKEADA – PT E A FRAUDE

O blog Wikileaks Brasil traz sérias denúncias sobre possíveis fraudes ocorridas nas nossas urnas eletrônicas, que elegeram Dilma presidente. Além de historiar toda a trajetória e presença de hackers internacionais no Brasil a convite do governo Lula, há no site um filme que demonstra porque nos Estados Unidos a urna eletrônica não foi aprovada: especialistas mostram como uma eleição pode ser facilmente fraudada, através de cartões magnéticos pré-programados ou por infestação de vírus, que se espalha por todas as urnas eletrônicas.(Blog do Dr.Marcos Sobreira)

http://www.blogalvarodias.com/2010/12/democracia-hackeada-pt-e-a-fraude-das-eleicoes-de-2010/

FIM DE FESTA


Lula gasta 20 milhões em publicidade

A campanha publicitária de "despedida" do presidente Lula da Presidência custou R$ 20 milhões. Com um novo slogan "Estamos vivendo o Brasil de todos", a propaganda em rádio, TV, jornais e revistas fala sobre o crescimento econômico dos últimos anos e ressalta números sobre redução da desigualdade social.As peças publicitárias começaram a ser exibidas em dezembro e, de acordo com a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), estão sendo divulgadas em 325 veículos de comunicação pelo País.


http://www.blogalvarodias.com/2010/12/fim-de-festa-lula-gasta-20-milhoes-em-publicidade/